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Parabrisas 5 dicas de Especialistas

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PARABRISAS

O vidro da janela na frente de um veículo, através do qual o motorista e o passageiro dianteiro de um carro veem a estrada e o mundo, é conhecido nos Estados Unidos e na maior parte da América do Norte como pára-brisa.  A maioria dos parabrisas modernos são feitos de vidro de segurança laminado e colados no lugar por um selante de uretano.

O pára-brisa foi inicialmente projetado para proteger os ocupantes do veículo do vento criado durante as viagens, mas com o tempo o papel do pára-brisa se expandiu. Hoje, os pára-brisas também são um componente de segurança na maioria dos veículos de passageiros, pois ajudam a conter os airbags dianteiros quando acionados.

ESPECIALISTAS EM PÁRA-BRISAS 5 DICAS DE MANUTENÇÃO

Imagine um carro com o para-brisa rachado. Uma imagem desconfortável, certo? Mas a estética ruim não é páreo para os riscos de segurança que isso representa. O pára-brisa do carro tem várias funções, mas é projetado especificamente para:

  • Evite que objetos estranhos como poeira, sujeira e fuligem entrem no carro
    Evite que o telhado desmorone e quebre em caso de acidente
    Salve o motorista do impacto inicial de um acidente
    Evite o brilho do sol e garanta uma visão clara para o motorista
    A manutenção de rotina do pára-brisa do carro é um dos aspectos mais negligenciados no cuidado com o carro. Não se trata apenas de limpar o vidro todos os dias, embora isso seja importante. A limpeza regular e o serviço e manutenção adequados não só estenderiam a vida útil do para-brisa, mas também o manteriam seguro.

Uma pequena manutenção de vez em quando pode ajudar a prevenir acidentes graves com seu pára-brisa e evitar que você gaste muito dinheiro. Aqui, discutimos 5 dicas fáceis e eficazes para manter seu pára-brisa em boas condições por um longo período:

Evite estacionar sob luz solar direta

Estacionar o veículo sem cuidado pode colocar todo o seu carro em risco, incluindo o pára-brisa. As temperaturas extremas podem resultar em rachaduras de estresse no pára-brisa, o que pode colocar todo o vidro em risco de quebra. Além disso, uma rachadura existente pode se espalhar ainda mais devido a temperaturas extremas, especialmente sob luz solar direta. Os tons de vidro também são sensíveis aos raios ultravioleta e podem ser danificados. Estacionar em garagem, subsolo ou qualquer outro local sombreado, tanto quanto possível, evita quebras e aumenta a durabilidade do pára-brisa do carro.

Não deixe chips ou rachaduras sem reparo

Quando um objeto estranho atinge o seu pára-brisa no carro com um impacto, ele pode deixar lascas ou rachaduras no pára-brisa ou até mesmo levar à formação de bolhas entre as camadas de vidro. Essas formações no para-brisa, independentemente de seu tamanho, podem causar danos significativos se não forem tratadas. Com o tempo, eles podem se espalhar em tamanho, comprometendo a visibilidade do motorista. Além disso, pode danificar a ponto de comprometer a segurança do vidro e você não terá outra alternativa senão substituir o vidro. É crucial levar esses cortes a sério, pois a substituição do para-brisa representa uma perda maior do que o conserto de um vidro.

Substitua os limpadores de pára-brisa regularmente

A condição do limpador de para-brisa afeta o para-brisa do carro de várias maneiras. O limpador de para-brisa é feito de dois componentes – uma estrutura de metal por dentro e um revestimento de borracha por fora. Quando o revestimento de borracha se desgasta, o parabrisa fica exposto à estrutura de metal. Isso significa que, cada vez que você liga os limpadores, o corpo de metal raspa contra o para-brisa, o que pode deixar sérios arranhões no vidro. As escovas do limpador degradam com o tempo devido ao desgaste, detritos, umidade e luz solar e é aconselhável substituí-las pelo menos uma vez por ano para proteger o para-brisa.

 

Use produtos de limpeza de boa qualidade

Usar os produtos químicos errados para limpar o vidro do seu automóvel, como limpadores de vidro à base de amônia, produtos de limpeza DIY, esponjas domésticas abrasivas, toalhas de papel, etc. pode deixar riscos na tela, danificar a tonalidade do vidro ou deixar riscos na janela. É aconselhável usar produtos de limpeza projetados especificamente para o para-brisa de carros com uma toalha / pano de microfibra macio para protegê-lo de qualquer dano evitável.

Evite bater as portas

Não é nenhuma ciência do foguete que bater as portas de um carro pode ter implicações sérias. Quando você fecha a porta do carro com muita força, pode causar vibrações graves dentro do carro e as janelas laterais podem se soltar e sair de seus trilhos. Se o seu vidro já tiver pequenos entalhes, lascas ou rachaduras na superfície; eles podem crescer, aos poucos, cada vez que você fecha a porta com força. Portanto, é aconselhável criar o hábito de fechar a porta com cuidado.

Escolha os serviços profissionais de substituição

Outras precauções a serem tomadas incluem: manter uma distância segura entre seu carro e o tráfego à frente, manter seu carro coberto sob temperaturas extremas, verificar o para-brisa em intervalos regulares, etc. Os para-brisas dos carros são suscetíveis a danos e degradação, e alguns as práticas essenciais do proprietário do carro podem fazer maravilhas para manter o para-brisa em bom estado.

Seguir religiosamente as dicas acima mencionadas garantiria uma vida longa ao seu para-brisa. Para danos mais sérios, às vezes o reparo automático de rachaduras em vidros torna-se uma solução inevitável para proteger sua segurança. Certifique-se de que todo o trabalho de reparo do para-brisa seja realizado por profissionais qualificados. Sempre escolha um especialista em para-brisa especializado para consertar quaisquer problemas que você enfrentar em relação ao seu parabrisa no carro.

Os especialistas em para-brisa do AIS levam muito a sério o reparo do vidro de sua janela de automóvel. Seguimos uma política de ‘Reparar Primeiro’, em que reparar seu para-brisa se torna nosso foco principal. Mas, se a situação exigir uma substituição, garantimos a instalação adequada e segura de seu para-brisa com garantia por escrito de um ano sobre nossa mão de obra e materiais usados. Então, sem mais delongas, entre em contato hoje mesmo!

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Alinhamento – Compreenda sobre esse primordial procedimento!

Alinhamento – Compreenda sobre esse primordial procedimento!

Você conhece a distinção entre alinhamento, balanceamento e cambagem? Se sua resposta for não, não se desespere. Bem como diversas pessoas, você também tem complicação em diferenciar estes métodos importantes para a longevidade dos pneus, rodas e da suspensão de seu automóvel. Você não sabe se irá precisar alinhar as rodas ao perceber que seu carro puxa para o lado ou no momento em que ele manifesta barulhos em determinadas velocidades? Ou será que nestes casos o ideal é balancear? Na incerteza você geralmente solicita para instituírem os dois? A falta de informação é capaz de, inúmeras vezes, fazer você desperdiçar dinheiro. É o que costuma ocorrer no ato da cambagem. Este procedimento é necessário em apenas 2% dos veículos nacionais, contudo, por completo desconhecimento, muitos proprietários de automóveis têm sido passados para trás. Por essa razão, separamos, aqui, tudo o que você necessita conhecer a respeito de alinhamento, balanceamento e cambagem .

Alinhamento

alinhamento, O modelo mais comum de manutenção de pneus é o alinhamento , visto que ele atua diretamente com a suspensão do automóvel, o que, se for mal desenvolvido ou deixado para lá, pode causar danos, afetando o equilíbrio, a segurança e a dirigibilidade do automóvel. Então, é sugerido ficar a todo o momento de olho nisto.
O alinhamento nada mais é que um processo que regula os ângulos de direção e suspensão do veículo. Existem 3 tipos e eles são convencionados como:
– Divergência ou convergência: inclinação positiva o negativa dos pneus no eixo horizontal;
– Câmber: inclinação positiva ou negativa dos pneus no eixo vertical;
– Caster: inclinação do pino mestre no que diz respeito à suspensão.
A grande parte dos automóveis é idealizada para minimizar o dano dos pneus e também potencializar o conforto do condutor. Se você desejar aperfeiçoar o desempenho do seu automóvel, pode ajustar o alinhamento dos pneus. Carros diversos têm necessidades diferentes.
O alinhamento do veículo é para ajustar os ângulos das rodas, conservando-as perpendiculares ao chão e paralelas entre si. Caso você perceba que seu veículo puxa para a direita ou para a esquerda na ocasião em que você libera o volante por um curto período de tempo, você precisa verificar se as rodas do seu automóvel estão alinhadas.
Na grande parte dos veículos, o alinhamento preserva:

  • O dano desigual dos pneus, ampliando a sua longevidade;
  • O aumento do atrito do pneu no solo, colaborando para a economia de combustível do veículo;
  • O deslocamento do veículo, aperfeiçoando a condução e a segurança.

O alinhamento do seu automóvel é capaz de ficar comprometido em função do choque do pneu com uma calçada, buracos nas vias ou inclusive em acidentes mais graves como uma colisão. Na ocasião em que o veículo está desalinhado, as bordas (ombros) dos pneus se consomem mais apressadamente, comprometendo o aproveitamento do veículo. Isso vai fazer com que você necessite trocar os pneus antes do previsto. Um mero desalinhamento pode provocar graves problemas, dado que o objetivo é potencializar a condução e maximizar a vida útil dos pneus.

Em que ocasião fazer o alinhamento dos pneus?

• Em qualquer uma das correções periódicas estipuladas pelo fabricante do veículo;
• Sempre após um choque contra buracos, pedras, guias ou outros objetos;
• Sempre que acontecer a modificação de algum elemento da suspensão ou da direção;
• Toda vez que perceber algum comportamento esquisito no automóvel, pendendo a ir mais
para um lado ou com complicação de se manter no percurso;
• No momento em que forem avaliados consumos irregulares nos pneus;
• Toda vez que houver alteração de pneus.

Quanto tempo demora para alinhar um automóvel?

Nas rodas dianteiras e traseiras o processo é realizado por volta de trinta minutos. É uma ação tranquila e deve ser feita por especialistas com equipamentos adequados. Por essa razão, é aconselhada a rede de revendedores que possui dispositivos de borda e especialistas altamente aptos.

Alinhamento Técnico

O procedimento chamado “normal” inclui a regulagem da “convergência” das rodas da frente ( que é feito regulando-se as barras de direção cujas pontas rosqueadas podem ampliar ou encurtar o tamanho das barras) e – em alguns carros – o ajuste da “cambagem” (regulagem do ângulo que as rodas fazem com o solo) que é efetuado nos parafusos de fixação dos pivôs das bandejas.
A maioria dos veículos atuais não conta com a regulagem de cambagem e, quando os ângulos de cambagem estão fora do normal (cada automóvel conta com os seus ângulos pré-definidos pelo fabricante), é preciso alterar as buchas das bandejas, ou as bandejas completas. Caso isso não resolva, então irá ser preciso fazer o “alinhamento técnico”.
Neste caso, será preciso fazer o “repuxo” das partes estruturais do automóvel a fim de que seja restabelecido o reenquadramento original do monobloco ou das subestruturas de fixação das bandejas e demais componentes da suspensão. O procedimento mais comum é o repuxo das árvores dos amortecedores frontais ( no caso de suspensão McPherson), procedimento realizado “à frio” nas grandes lojas de serviços. No momento em que os ângulos estão muito fora do normal ( devido a uma colisão) é necessário a utilização de repuxadores (mais famosos como Cyborgs).
Entretanto, geralmente, a mera troca das buchas, bandejas ou pivôs, resolve o inconveniente (se o veículo não tiver sofrido colisão ou relevantes danos). E uma informação importantíssima: os ângulos de cambagem têm que ser idênticos em ambas as rodas: se um lado apresenta 0 grau o outro também precisa ser ajustado para zero grau, se um lado está 1/4 positivo o outro também deve estar.

Sistema 3D:
O sistema 3D é bastante divergente: um sensor lê a posição de um refletor posto em cada roda e apresenta na tela do computador o desenho tridimensional de partes do veículo e a variação das medidas em relação ao padrão de fábrica.
Essa tecnologia aumenta a precisão e, inclusive, reduz o risco de perda de calibragem dos dispositivos, já que os sensores estão fixos e os refletores nas rodas não necessitam de calibração. O técnico apenas necessita comparar o resultado obtido pelo software, que traz instalado as medidas de inúmeros tipos de veículo e inclusive mostra a correção a ser realizada.
Cada vez mais a tecnologia alcança as oficinas mecânicas, deixando os trabalhos de manutenção mais garantidos. O laser fica para trás e no lugar temos o alinhamento em 3D. Com ele, se pode analisar os paradigmas de indústria de cada automóvel e seguir o parâmetro de fábrica.
Todo o processo é norteado pelo computador, que transmite as determinações ao mecânico. A câmera lê o sensor que encontra-se na roda e ela identifica, dependendo do deslocamento dos pneus, os graus e a essencialidade de utilização de um caster (o ângulo de caster propicia firmeza e estabilidade para a direção possibilitando dirigir em linha retilínea com esforço mínimo). Um ângulo de caster exagerado torna a direção pesada ou o próprio alinhamento.
O alinhamento 3D é muito mais necessário com relação ao realizado pela velha máquina laser. Na máquina laser, o mecânico não possui a referência do veículo e o grau certo. Nesse caso, o mecânico mira o laser para uma régua na frente, que muitas vezes, se não estiver ajustada, fica a desejar para o freguês, que supõe que fez um trabalho eficiente, entretanto segue desgastando o pneu de forma irregular.

Alinhamento Digital

O alinhamento de direção digital – inclusive denominado como computadorizado – é um procedimento de rotina para qualquer pessoa que possua um automóvel, devendo ser feito a cada 10 mil quilômetros percorridos.
Além de motivar diretamente a segurança do motorista, estudos recentes atestaram que o alinhamento de direção inapropriado é encarregado por volta de cinquenta por cento de todos os agravos em peças rotativas de máquinas.
Apesar de na atualidade existirem muitos tipos de alinhadores de direção no mercado (abrangendo desde tecnologias mais convencionais até alinhadores 3D), o alinhador de direção digital também é uma preferência das oficinas devido seu custo benefício, praticidade e confiabilidade.

Qualidades do alinhador de direção digital:

  • Alinhador digital de 2 a 4 cabeças;
  • Notificação através de tecnologia Wi-fi, envia os dados direto ao computador;
  • Tecnologia wireless que dispensa o uso de painéis os quais tomam grande espaço na oficina;
  • Leitura dos dados de alinhamento efetuada nos displays digitais das cabeças de medição ou no monitor do computador, não sendo necessário a utilização do computador;
  • Efetua medições de camber, caster, KPI, convergência, centralização de volante e set-back;
  • Fácil instalação e simples manejo;
  • Acompanham garras ligeiras de série, barra de aferição, aplicativo de alinhamento em língua portuguesa para emissão de relatórios, banco de dados atualizado com veículos nacionais e importados com atualização automática via internet, entre outros equipamentos.

O processo é simples. No momento em que as garras são acopladas às rodas do automóvel, é realizada a leitura dos dados efetuada nos displays digitais das cabeças de medição ou na tela do computador. Aí os dados são verificados de maneira automática pelo aplicativo, e, logo, deixa que o técnico analise se as rodas estão alinhadas ou não.

Os fundamentais passos do procedimento:

  • Proteção e desligamento;
  • Análises preliminares;
  • Medição das posições dos eixos;
  • Verificação dos gráficos e cálculos;
  • Movimentações do eixo;

Um correto alinhamento de direção digital possui o intuito de conter agitações, desgaste dos pneus, superaquecimento do automóvel, perda de potência e – particularmente – garantir a segurança do motorista pelos próximos 10.000 km.
Do ponto de vista financeiro, o alinhador de direção digital é extremamente rentável por propiciar um método rápido e seguro dentro da oficina a partir de um gasto de energia extremamente baixo.
Isso sem mencionar, obviamente, na peculiaridade e valor agregado dado aos clientes, já que o alinhamento de direção digital proporciona ao proprietário do automóvel inúmeras vantagens como:

  • Menor dano dos rolamentos;
  • Maior conservação das vedações, eixos e acoplamentos;
  • Conservação da temperatura no rolamento e no acoplamento;
  • Diminuição das agitações nos eixos e parafusos da suspensão;
  • Diminuição expressiva de danos nos eixos e parafusos da suspensão.

Todas essas vantagens podem – e devem – ser expostas aos compradores para somar significância e diferençar uma oficina da concorrência.

Calibração do aparelho

Apesar do procedimento ser relativamente fácil e habitual dentro das oficinas, a aferição do equipamento é um item essencial para assegurar um trabalho de qualidade.
Um erro regular em oficinas é a utilização de aparelhos desregulados, na maioria das vezes decorrência de deformações nos eixos paralelos que compõem as garras dos alinhadores.
Isto é capaz de ter muitas razões, desde agravos decorrentes de impactos até utilização inadequada do dispositivo.

Balanceamento

Kbalanceamento, Caso você perceba que o seu volante vibra ou se o seu veículo exibe barulhos em certas velocidades, você necessita verificar o balanceamento das rodas do seu automóvel. As implicações de não efetuar ou de efetuar um processo mal executado nas rodas dianteiras e traseiras se efetivam por estas oscilações, seja no volante, no assoalho do automóvel, no painel de instrumentos ou nos assentos. Isto pode acontecer em diversas faixas de velocidades. Balancear as quatro rodas é totalmente essencial para o conforto na dirigibilidade e na manutenção do desempenho dos pneus.
O balanceamento das rodas é um serviço executado para balancear o peso dos pneus e rodas, aplicando o “chumbinho”. Esse serviço evita o dano irregular dos pneus expandindo a durabilidade dos mesmos, além da economia e estabilidade do veículo.
O procedimento garante a restauração do equilíbrio entre as rodas e os pneus, impossibilitando deteriorações irrelevantes e mantendo por mais tempo o pneu. A calibração também é uma maneira de ajudar a balancear, dado que deixa a altura igual e oferece maior sustentação.
O sugerido é que se realize o balanceamento dos pneus a cada 10 mil quilômetros rodados. Para isso, eles têm que estar em boas situações de utilização de maneira a não lesar tais ajustes.
Balancear as rodas faz parte do pacote básico de zelos que você precisa ter com seu veículo. Ele se encontra relacionado à suspensão do automóvel, evitando agitações na direção e garantindo que o dano dos pneus seja uniforme.
Quando seu veículo alcançar 80.000 km, chegou a hora de substituir os pneus.

Como efetuar

Há no mercado uma grande variedade de máquinas de balanceamento de rodas, sendo as fixas e as móveis (locais), apelidadas de “patinete”. Balanceadoras fixas trabalham com sensores que medem as vibrações provenientes do desbalanceamento estático e dinâmico, indicando onde adicionar os pesos de chumbo nos planos externo e interno da roda. Estes pesos são fixados por grampo nas pontas dos aros ou podem ser do modelo autoadesivo.
O procedimento resulta de diversas variáveis, as fundamentais sendo:
– Nivelamento da máquina, que tem a necessidade de ser realizado com nivelador planar;
– Fixação da máquina ao chão, que tem a necessidade de ser a mais positiva possível, com chumbadores, por exemplo;
– Aquecer bem a máquina antes de começar qualquer balanceamento é essencial para que os circuitos eletrônicos e sensores operem equilibrados em tensão e corrente, preservando a precisão e a repetibilidade dos resultados ( o mais indicado é a balanceadora jamais ser desligada);
– Como a poeira é adversária dos sensores e circuitos eletrônicos, conservar a máquina coberta quando não estiver em uso;
– As rodas têm que estar limpas, sem barro acumulado e sem pedrinhas alojadas nos sulcos dos pneus;
– Os pneus necessitarão ser calibrados previamente, pois sua maior ou menor solidez interfere nos resultados;
– As rodas precisam ser inspecionadas em relação à deformações causadas por pancadas, buracos etc. ou empeno;
– A balanceadora deve ser aferida periodicamente de acordo com as indicações do fabricante do dispositivo.
Não faz muito tempo, os pneus traziam uma pinta vermelha que designava o seu local mais leve, em que sua montagem na roda teria que ser de tal maneira que a pinta se achasse alinhada com a válvula de enchimento do pneu, para requerer o menos de peso possível.
Nos dias atuais, muitos pneus já não trazem esta pinta com a proposição que elas já não são mais necessárias, uma vez que a produção dos pneus está ainda mais necessita. Um exemplo disso são os pneus Michelin.
As balanceadoras mais antigas, dos anos 1950/60, eram isentas de sensores ou qualquer eletrônica, sendo o desbalanceamento dinâmico “sentido” por molas calibradas. Nessas máquinas primeiro era desenvolvido o balanceamento estático, roda fixada ao cubo da máquina, sem nenhum acionamento, colocando-se o peso por tentativa e erro até a roda parar em qualquer posição.
Depois era feito o dinâmico, em que a roda era girada em alta rotação, cerca de mil RPM, por um rolo de contato acionado por motor elétrico, e, então, deixada desacelerar espontaneamente, quando o desbalanceamento era aparente e lido num gráfico “desenhado” mecanicamente em um disco untado com pasta branca e um ponteiro, visível para o operador, que acompanhava a oscilação da roda. O gráfico apontava o peso a ser aplicado e sua localização na borda externa da roda. O balanceamento resultante era perfeito, no entanto era árduo.
Hoje, com as máquinas eletrônicas, é bastante mais fácil e sobretudo veloz, basta um único acionamento da roda, que não necessita de rotação elevada, para a balanceadora indiciar os dois desbalanceamentos (estático e dinâmico), em que parte a aplicar os respectivos pesos – interno, estático e externo, dinâmico – e da quantidade de gramas cada um. Essa ação não chega a 60 segundos por roda quando efetuada por operador experiente.

Cambagem

cambagem, Você já foi aconselhado a realizar a cambagem das rodas? Primeiro, é necessário compreender que o camber é um ângulo que as rodas possuem em relação ao eixo perpendicular ao chão, e cambagem é como se denominou o processo para reparar esse ângulo.
De forma popular, somos capazes de dizer que “camber negativo” é quando o veículo está com as rodas inclinadas para fora da carroceria. Quando estão curvadas para dentro, ele está com “camber positivo”.
Cada veículo tem um ângulo ideal de camber e uma tolerância. Qualquer ângulo que esteja no interior desta faixa mantém as boas condições de dirigibilidade e equilíbrio do automóvel.
O fato é que 98% dos veículos não têm sistema de regulagem do camber, nenhum parafuso para fazer qualquer tipo de correção no ângulo. Para conseguir o ângulo de camber modificado, é necessário de um impacto bastante grande perpendicular com a roda, como uma colisão lateral, ou forçar a roda na guia ou pegar uma cratera no asfalto, daquelas que parecem acabar com a suspensão.
Você pode estar se perguntando: se não há ajuste, o que os técnicos fazem no momento em que eles oferecem o tal serviço de cambagem?
De forma imprópria, eles usam um cilindro hidráulico e, literalmente, desentortam o agrupamento da torre, para trazer a posição das rodas no ângulo estabelecido para aquele modelo.
Mas, o processo mais certo seria detectar a peça que encontra-se fora de padrão (torta) e substituir essa peça. Pode ser amortecedor, mola, manga de eixo ou qualquer outra peça da suspensão que tenha sido afetada. A cambagem não existe, não está evidente em nenhum manual de fábrica. Não se “endireita” nenhuma peça da suspensão.
Caso faça isso, você trará a peça outra vez às medidas do fabricante, contudo ela perderá a elasticidade responsável por absorver as trepidações e solicitações do asfalto. O pior é que, com o decorrer do tempo, ela tenderá a perder o ângulo novamente.
Se uma loja de pneus propôs cambagem das rodas do seu veículo e você ficou em incerteza da real essencialidade, leve o automóvel ao seu mecânico de confiança e exija uma verificação da suspensão. Se existir essencialidade, ele trocará as peças danificadas e você estará documentado em relação à geometria da suspensão. Feito isto, estará pronto para trocar os pneus sem surpresas e sem cambagem.

Cambagem negativa

O camber negativo está vindo a se tornar cada vez mais popular devido a seu apelo visual. As verdadeiras vantagens para o camber negativo são observadas nas características de manobra. Um motorista ofensivo vai aproveitar dos benefícios de uma maior ligação com o chão em curvas pesadas com curvatura negativa.

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Você tem noção do que é uma Pastilha de Freio?

Você tem noção do que é uma Pastilha de Freio?

Todos sabem que o automóvel não atua só à gasolina ou álcool. Um automóvel para operar satisfatoriamente carece de uma manutenção regular e correta. É necessário constantemente olhar o óleo, os pneus, o motor e, inclusive, os freios. Aliás, tocando no assunto de freios, você entende para que serve uma pastilha de freio ?
Você sabia que a pastilha de freio faz parte dos freios a disco? Não? Nesse post, você vai entender o que é e seus procedentes. É bem importante que você entenda sua funcionalidade e a essencialidade de uma manutenção correta.
Vamos começar?

Freio a disco – Entenda sobre

O freio a disco, que depende muito da pastilha de freio , é um dispositivo de convertimento de energia cinética em calor por meio do atrito. Sua eficiência é medida pela sua capacidade de dissipar o calor originado.
Um freio a disco, feito em geral de ferro fundido ou compostos cerâmicos, é vinculado na roda ou eixo. Para interromper a roda, um aparato de atrito, como a pastilha de freio, é pressionado mecânica, hidráulica, pneumáticamente contra os dois lados do disco.
Existem 2 modelos de dispositivos de freio a disco: fixos e flutuantes. Os fixos possuem pistões em todos os lados, que, quando acionados, encostam a pastilha de freio no disco. Já os flutuantes empurram o pistão e encostam a pastilha interna em direção ao disco de freio e, ao mesmo tempo, a pinça se movimenta para trás do pistão.
Possui estruturação mais densa. Os principais componentes do freio a disco são: Disco, Agrupamento de Pinça e Pastilha de freio.

História da criação do Freio a disco?

historia-freio-disco, A fim de aperfeiçoar os dispositivos de frenagem, na metade de 1890 foi esboçado o freio a disco, porém só em 1898, umas das preliminares variantes foram usadas pelo inventor norte-americano Elmer Ambrose Sperry num carro elétrico na qual a pastilha era imposta em direção ao disco por procedimento eletromagnético.
Tendo sido primeiramente feitos na fabricante de automóveis compactos Crosley Corporation no ano de 1948. Os carros europeus começaram a ser implementados com discos de freio em quantidade industrial nos anos de 1950 e os americanos no ano de 1960.
A criação do freio a disco propiciou excelente melhoria à dirigibilidade ( capacidade de se dirigir o veículo ) e ao controle do veículo, mesmo em alta velocidade.
Com certeza, o conjunto de freios de um veiculo constitui-se numa das partes mais primordiais e cruciais, sendo ele o encarregado por garantir uma frenagem apropriada, sob as mais diversas situações de tráfego.

Dispositivos de freio a disco – Saiba quais são

A compressão hidráulica para acionamento do conjunto de freio é ocasionada através do cilindro mestre, acionado pelo condutor. O depósito de fluido certifica o abastecimento de fluido quando aumenta a sucção em função do gasto das pastilhas.
O equilíbrio da compressão quando não é aplicado o freio é ofertado pelo orifício de compensação. Existem dois tipos de cilindro mestre: simples e duplo. Consequentemente, há muitos modelos de circuito de freio:

  • Cilindro mestre simples: a evasão do cilindro alimenta todos os freios concomitantemente, por isso um vazamento proporciona a perda completa do freio;
  • Cilindro mestre duplo por eixo: cada escapamento abastece um eixo;
  • Cilindro mestre duplo cruzado: uma saída alimenta a roda frontal esquerda e a traseira direita e a outra saída nutre as rodas restantes. Neste caso, o pistão primário do cilindro possui curso útil similar ao secundário e o raio de rolagem tem que ser negativo na suspensão frontal.

Benefícios do freio a disco

Observe abaixo os benefícios do freio a disco:

  • O freio a disco dissipa conveniente a energia absorvida devido à exibição ao fluxo de ar;
  • Não acumula impureza;
  • Não há acréscimo de curso do pedal por causa da dilatação do disco. Além disso, as pinças espalham adequadamente a pressão empregada ao disco, minimizando o consumo das pastilhas, em comparação às lonas das sapatas;
  • Possui maior simplicidade de conservação e instalação;
  • Jamais se esqueça de tomar conta da pastilha de freio, para ter uma maior vida útil do seu freio a disco.

Fluido de freio e sua relação com a Pastilha de Freio!

O fluído de freio tem como principal função redistribuir a pressão à pastilha de freio. Ele executa essa ação comprimindo o disco do freio a fim de gerar um atrito que vai fazer com que o carro pare.
Entre os tipos de fluído há os que são baseados em Glycol e baseados em Silicone.
Os óleos a base de Glycol são higroscópicos, isto é, ele sorve a umidade do ar. Existe também o óleo a base de silicone que são os hidrofóbicos, significa que não se misturam com água. Este tipo de óleo não é usado no Brasil, pois ele é indicado para lugares de temperatura fria.
Um elemento essencial para ser aprendido é o de dot do óleo. O dot indica o grau de ebulição do óleo e é assinalado na caixa do produto. Os óleos com base em Glycol têm dot entre 3. 4 e 5. 1.

Cuidados essenciais com os fluidos de freio

cuidados-fluido-freio, Substituir ou dar uma olhada no nível do fluído de freio não tem o costume de estar entre as prioridades dos condutores. Vários motoristas não sabem, entretanto, que ele é o responsável por acionar todo o conjunto de freio. Caso esteja vencido ou abaixo do mínimo sugerido, pode trazer ameaças à frenagem, sem contar que faz com que o gasto da pastilha de freio seja mais reduzido.
Ao contrário de outros líquidos do automóvel, o fluído de freio não diminui com a utilização, e, se isso acontecer, jamais deve ser aumentado. Há nos veículos um reservatório próximo ao motor. Na hipóstese do volume estar entre o mínimo e o máximo, não há necessidade de alterar ou completar.
Mas, se o reservatório do fluído estiver inferior ao nível, pode se preocupar. É indício que algo não está certo. O esquema de freio é um sistema fechado e pelas características do produto jamais deve ter perdas. Caso haja necessidade de acrescentar, quer dizer que existe um vazamento no conjunto que tem que ser consertado.
Tem que ser esgotado o fluído atual e trocado por outro, dado que esse vazamento pode ter comprometido as propriedades técnicas do produto como, por exemplo, contaminação por causa de umidade.

Em que época devo trocar o fluido do freio?

Que nem qualquer outro item, o óleo possui prazo de duração. Então, faz-se necessário ver no manual do veículo o tempo aconselhado pela fabricante que, em geral, é a cada 10 mil km ou um ano.
O óleo higroscópico é o mais utilizado. Esse, que capta a umidade atmosférica, com o passar do tempo vai diminuindo sua eficiência e acaba ocasionando bolhas de ar que prejudicam o sistema. Além de tudo, eles causam oxidação nos pistões e nos cilindros, além de acometer todo o conjunto, especialmente a pastilha de freio.

Funcionamento do sistema hidráulico

Os freios a disco hidráulico são um autêntico marco na história do Mountain Bike, ao delimitar novos parâmetros de confiabilidade, eficiência e modulação.
Embora amplamente empregados nas modernas bikes de MTB, os freios a disco são um legítimo bicho de 7 cabeças para diversos ciclistas, principalmente no que se refere ao seu funcionamento e encargos a serem notados.

O que é um Sistema Hidráulico

A base de funcionamento de qualquer sistema hidráulico constitui-se em produzir movimento ou força mediante a aplicação de um fluido incompressível, resultando na força mecânica.
Uma força usada para operar os freios ( através do acionamento das manetes) é multiplicada no processo. O coeficiente de ampliação dessa força é determinado pelo comprimento dos pistões em cada ponta do sistema.
Tratando-se dos freios hidráulicos, o pistão da manete que impele o fluido mediante o conjunto é menor que o pistão que empurra a pastilha de freio ao disco. Com isto, a força colocada pela mão do ciclista nas manetes é ampliada, auxiliando-o a frear de maneira fácil e eficaz.

Componentes do Sistema Hidráulico

Essencialmente, um conjunto de freios a disco hidráulico tem as seguintes partes:

  • Cilindro mestre situado nas manetes;
  • Conduítes ou mangueiras;
  • Fluido hidráulico;
  • Pistões, situados nas pinças de freio;
  • Pastilha de freio;
  • Rotor.

O Fluido Hidráulico

Um ótimo fluido hidráulico para uso em freios precisa combinar duas características fundamentais: incompressibilidade e alto ponto de ebulição.
A incompressibilidade vai resguardar que que a energia usadas nas manetes não seja desperdiçada em seu trajeto em direção às pinças dos freios. Em compensação, um fluido de baixo ponto de ebulição transformar-se-á em vapor no decorrer das altas temperaturas alcançadas durante freadas mais fortes. Esse processo pode resultar em algumas falhas e graves acidentes.
Dispositivos de freios hidráulicos utilizam fundamentalmente 2 modelos de fluido: DOT ou óleo mineral, cada um com suas próprias características de eficácia e ponto de ebulição.

Modelos de Freios Hidráulicos

Os contemporâneos sistemas de freio a disco hidráulico são capazes de ser do padrão aberto ou fechado. Em contraste com o que a nomenclatura possa sugerir, ambos são completamente selados.
Um sistema hidráulico aberto conta com um tanque em sua parte interna, o qual proporciona que o fluido seja capaz de ser incluído ou retirado mecanicamente ao longo de sua aplicação. Ao longo do aquecimento produzido pela freagem, o reservatório é inundado pelo fluido hidráulico.
Uma película adaptável interna se contrai ou se expande, nivelando a mudança na pressão do conjunto. Sem contar que um dispositivo aberto gera uma quantidade a mais de fluidos a fim de empurrar os pistões e compensar a avaria das pastilhas.
Um conjunto fechado também tem um reservatório. Mesmo que a ausência da membrana a qual equilibre o escoamento do fluido faça com que o ajuste da distância dos pistões precise ser manual.

Freio-Motor – Entenda a respeito

O freio-motor é a utilização do próprio funcionamento do motor para reduzir ou regular a velocidade do carro. Por exemplo, numa estrada o motorista dirige em 5ª marcha no momento em que aparece a descida. Então, se remove o pé do acelerador e permite o automóvel seguir o trajeto.
Apenas de remover o pé do acelerador e deixar o automóvel engatado o condutor vai estar usando o freio-motor. No momento em que o motorista evita o uso extra do freio no sentido de não esquentá-lo demais está utilizando o freio-motor.
Deste modo, o motorista reduz uma ou duas marchas e deixa o veículo continuar a descida. E também utiliza o freio moderadamente, sem a precisão de ficar colocando toda hora o pé no acelerador.

Meu carro possui o freio-motor?

Afirmativo! Todos os carros têm o freio-motor, porém nem todos os motoristas, mesmo aqueles que se julgam “verdadeiros pilotos”, fazem utilidade deste recurso.
Contudo, onde posso achar esse freio-motor? Ele é uma tecla? Onde pressiono? Possuímos uma novidade para te dar: não existe esse “comando” no automóvel. O freio-motor é somente uma expressão para determinar uma tarefa mecânica.

Qual a vantagem de se utilizar o “freio-motor”?

vantagem-freio-motor A regra é tranquila, mas não muito usada: engate, ao descer uma ladeira, a mesma marcha que iria ser usada para subir outra. Quer dizer, se fosse preciso engrenar uma segunda marcha para subir uma rua, engrenar esta mesma marcha ao descê-la.
Pode até ser opcional usar os freios, uma vez que basta o freio-motor para que seja capaz de descer a ladeira tranquilamente. Parte dos motoristas deixa a caixa engrenada em quarta ou quinta e reduzem a marcha somente no pedal do freio.
Reduzindo o gasto do sistema de freios e ainda da pastilha de freio, usar o próprio motor para diminuir a velocidade amplia a segurança, uma vez que evita o “fading”, um superaquecimento do freio na ocasião em que ele é bem utilizado em ladeiras íngremes. Este sobreaquecimento deixa o automóvel inoperante, sendo necessário desligá-lo e esperar o mesmo ficar frio.

O freio-motor está instalado nos veículos automáticos?

E no caso do carro com câmbio automático? Não altera nada: todos eles oferecem a alternativa da redução da marcha, bem como o câmbio manual. É só retirar a alavanca do “D” e botá-la em “3”, “2” ou “S”, para usar adequadamente o freio-motor.

Freio ABS – Saiba a respeito

ABS é uma abreviatura composta tanto a partir da locução alemã Antiblockier-Bremssystem quanto da expressão inglesa Antilock Breaking System. Este dispositivo é automatizado e mais seguro, porque impede que as rodas do carro percam contato de tração com o asfalto da via.
Os freios ABS são de fato melhores do que os freios convencionais. Eles impedem que as rodas agarrem e derrapem na ocasião em que o motorista aciona a frenagem de maneira brusca. Carros como o Fiesta, Classic e Gol agora tem de contar com este sistema.
O dispositivo ABS propicia benefícios como: a não derrapagem do automóvel e, por conseguinte, o aumento da equilíbrio em condições de brecagens emergenciais, proporcionando que o condutor consiga desviar de obstáculos enquanto freia, minimizando a distância de parada em até 30%.
Com a diminuição das distâncias de parada proporcionada pelo uso do ABS, espera-se uma redução significativa no número de acidentes motivados pelo travamento pré-maturo dos pneus.

Como o freio ABS funciona?

O ABS (Anti-lock Braking System) é um conjunto de frenagem o qual evita que a roda trave e entre em derrapagem quando o pedal do freio é acionado fortemente, prevenindo a perda de controle do carro.
O ABS é constituído por sensores que inspecionam a rotação das rodas e as comparam com a velocidade do veículo. Os sensores medem a rotação e passam informações à unidade de controle do ABS. Se esta unidade examinar que alguma das rodas encontra-se quase travando, irá ter a intervenção da central em menos de 1 segundo, modulando a compressão de frenagem, fazendo com que a roda não trave e proporcionando uma frenagem mais tranquila.

Conheça os modelos de freio ABS

freio-abs, EBD – Electronic Brakeforce Distribution , que, na língua portuguesa, significa, Sistema de Distribuição Eletrônica de Frenagem. Essa classificação tem a finalidade de dividir a frenagem entre cada eixo em casos normais, recordando que trinta por cento no eixo de trás e setenta por cento no dianteiro.
BAS – este já funciona em situações delicadas, uma parada rápida, já que a sua frenagem atua inteligentemente.
AFU é uma expressão da França – Aide au Freinage d´Urgence , que na língua portuguesa é Auxílio à Frenagem de Urgência. Esse atua em casos excepcionais, pois ele utiliza uma força extra ao freio a fim de que o veículo pare e o ABS funcione. Há uma imperfeição que ocorre no pedal do ABS, devido a alta trepidação.

Burrinho de freio – Entenda a respeito

Sem dúvida você já ouviu falar que o “burrinho de freio” do automóvel está com falhas, não é? Contudo você sabia que esse também é conhecido como “cilindro mestre”? Independente de como você possui conhecimento dessa peça, o primordial é saber que esta parte é importantíssima para o funcionamento adequado de seu automóvel.
Observe abaixo determinadas informações do que o Burrinho de Freio!

O que é o tão afamado Burrinho de Freio?

É um cilindro hidráulico que faz parte do sistema de freios do automóvel. Qualquer roda do carro há uma peça que está ligada a um burrinho que responde ao pedal de freio. Ao acionar o pedal, um pino penetra no burrinho soltando o fluido nas outras rodas.
Sua finalidade é munir o conjunto com fluidos convertendo pressão mecânica em pressão hidráulica.

Relevância da conservação

Os automóveis contemporâneos segmentam o seu conjunto de frenagem em 2 circuitos. Isto ocorre pois, no momento em que o motorista pisar no freio, esses 2 circuitos vão dar uma maior segurança e equilíbrio.
Vale salientar que cada par de rodas fica vinculado com cada circuito. Caso haja qualquer deficiência no conjunto, consegue-se somar outras duas rodas no sentido de frenar o automóvel.
E é aí que entra a peça intitulada cilindro mestre. A peça é a responsável por aprontar a compressão hidráulica a fim de que os freios funcionem, utilizando 2 pistões no mesmo envoltório. O êmbolo que encontra-se dentro da câmara mexe-se e gera compressão do fluído. Com isto, movendo os pistões dos cavaletes e os cartuchos, processando a frenagem do automóvel.

Entenda em que momento é preciso alterar o burrinho de freio!

Assim como acontece com inúmeros componentes do automóvel, a longevidade desse componente decorre do uso do automóvel. É bastante fundamental os zelos que o motorista tem com o seu automóvel. Se houver capricho e prudência por parte do dono, pode ser que dure até mais do que oitenta mil quilômetros. Isto é, mais do que cinco ou seis anos em um carro.

Benefícios em se trocar o cilindro mestre

trocar-cilindro-mestre, A substituição inadequada do fluido de freio ou vazamentos desse material tem chance de ocasionar a diminuição de função da frenagem. A oxidação que gera a diminuição da durabilidade do burrinho é outro inconveniente, sobretudo na pastilha de freio.
Além da economia com combustível, a troca do burrinho reduz os perigos quando você precisar dos freios. Portanto, faça a conservação preventiva e, caso necessário, a mudança da peça.
Com a conservação apropriada, os gastos com pneus ou uma pastilha de freio vão ser menos normais!

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