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Saiba sobre as utilidades do carburador

Saiba sobre as utilidades do carburador

Todo veículo para funcionar de modo adequado necessita que sua mecânica esteja em perfeito estado. Os faróis, lanternas, limpadores de para-brisa, embreagem, carburador, ou melhor, todos os componentes precisam estar em perfeito estado a fim de que sua experiência de dirigir seja muito proveitosa.
carburador, Entre os muitos componentes fundamentais para o automóvel, um deles se ressalta em relação aos demais: o carburador. Entretanto você entende qual a verdadeira função desse importante item do seu automóvel? Você sabia, por exemplo, que ele colabora na conservação do seu motor? Não?!
Então, não perca mais tempo e retire todos os seus questionamentos! Vamos nessa?

Entenda o que é um Carburador

O carburador é um elemento mecânico encarregado da sustentação de um motor de combustão. Ele é encarregado da geração da mescla ar/combustível e sua dose em motores de combustão interna, seu trabalho básico é inteiramente mecânico.
Utilizado nos veículos por mais ou menos um século, o carburador passou por mudanças em termos de modernização. O carburador foi administrado por dispositivos eletrônicos antes de finalmente ser substituído por uma outra técnica: o sistema de injeção eletrônica.
O seu uso atualmente limita-se a competições, posto em veículos de alto desempenho ou também na produção de motocicletas, sendo gradativamente substituído pela injeção eletrônica. Como benefício tem o preço como aliado, sendo a manutenção um tanto mais em conta em relação a injeção eletrônica, porém gastando mais combustível, e existe a precisão de conservação regularmente.
Os carburadores foram desenvolvidos no final do século 19, período considerado o começo da história automotiva. Seu título decorre da palavra francesa “carbure”, que significa carbeto. O carburador é um dispositivo puramente mecânico utilizado para misturar o ar e o combustível empregados até meados da década de noventa. O último carro carburado do nosso país foi a VW Kombi de 1998.

Compreenda o desempenho do Carburador

O ar aspirado pelo pistão passa em alta velocidade pelo difusor (um estreitamento de passagem) arrastando uma quantia de combustível de um pequeno compartimento reservatório denominado “Cuba”. A borboleta que é conectada diretamente ao pedal do acelerador dosa segundo sua abertura a quantia de misturas que o motor precisa sugar.
No momento em que acionada, uma bomba injeta uma parcela de combustível da cuba diretamente através do difusor para a aceleração rápida. Por essa dosagem, ele determina o número de RPM e a intensidade que o motor desenvolverá. Em marcha demorada encontrando-se a borboleta fechada, uma agulha de mistura controla a abertura de oxigênio e combustível.

Benefícios do Carburador – Saiba todas

    • Requer menos da parte elétrica porque é um sistema de alimentação mais simples de forma que o combustível é “arrastado” pelo ar para dentro do motor.
    • Sua preservação, exceto alguns casos, é mais fácil e em conta, possibilitando em ocorrências de pane realizar o suporte do automóvel no local ocasionando com que ele retome o curso através dos próprios meios ainda que temporariamente, mas com o intuito de se fazer um trabalho correto deve-se usar bem mais ferramentas, calibradores, manuais e tabelas.
    • Por ser um equipamento simples, sua construção é barata em comparação a recursos de injeção eletrônica de combustível.
    • Por serem recursos rudimentares, os carburadores são inclusive menos pesados e menores que aqueles de injeção eletrônica.
    • Por serem rudimentares, leves e de fácil elaboração são usados em karts. Nos karts de competição podem significar um automóvel vencedor ou um fracasso nas pistas, tendo sua preparação tão fundamental quanto o motor.

 

Contras do Carburador

Apesar de todas as suas utilidades, os carburadores apresentam certas inconveniências. Confira em seguida:

 

    • Como não usa nenhum sensor ( exceto carburadores mais atuais) não possui capacidade de se adaptar com totalidade a qualquer uma das situações de uso a qual é sujeitado. Assim, o carburador nem sempre consegue ter uma eficiência tão ideal ou melhor que um sistema moderno de injeção eletrônica.
    • O fundamento de funcionamento do carburador é o de aumentar a velocidade do ar a fim de que esse leve o combustível para dentro do motor. Isto gera um gargalo para o motor. Sem contar que, adicionado ao fato do carburador nunca obter a melhor conexão ar+combustível, é capaz de ocorrer que a potência desenvolvida jamais seja a máxima para aquele motor em comparação a dispositivos novos de injeção de combustível.
    • O carburador que não faz uso de sensores não é auto-adaptativo. Sendo assim, não pode usar diversos tipos de combustíveis como as injeções eletrônicas “flex”.
    • Com as padronizações atuais no que concerne a emissões, este dispositivo de constituição de mesclagem não atende mais nenhum valor permitido pelos órgãos regulamentadores.

 

Carburador – Saiba tudo acerca de sua funcionalidade

Recentemente, somos capazes de afirmar que nenhum veículo novo utiliza os carburadores. Os modelos rudimentares de injeção eletrônica são tão em conta que não há pretexto para utilizar algo complicado como um carburador.
É capaz de ser que você esteja contaminado com o vírus da oxidação ou não seja simpatizante da eletrônica. É capaz de ser inclusive que você apresente curiosidade de conhecer como os motores chegaram onde estão atualmente. Tudo começou com o bom e antigo carburador.
Para que o motor funcione de modo correto, é preciso haver ar razoável misturado ao combustível a fim de que ele queime completamente ao longo da combustão. Uma combinação ideal, em que todo o combustível é queimado, é chamada de mistura estequiométrica. Preservar a razão estequiométrica permite que o motor retire o máximo rendimento da densidade de energia do combustível.
Caso haja menos ar que o ideal, a mistura estará rica/gorda, e vai causar consumo em excesso de combustível e fumaça em demasia expelida pelo escape, e o motor irá afogar. Se houver ar demais mesclado ao combustível, a mescla será pobre, e sua queima vai produzir menos intensidade e mais calor.
Devido a isso, os engenheiros devem otimizar esta relação para obter o máximo de trabalho mecânico da combustão. A relação adequada de ar+gasolina é 14:1, e de álcool é de 9:1 – isto é: para cada parcela de álcool são necessárias nove partes iguais de ar. Querer assegurar essa relação precisa esteve na lista de prioridades da engenharia automotiva por decênios.

Mecanismos de um Carburador – Compreenda tudo

Apesar de que bastante gente encare os carburadores como mecanismos mágicos, eles são essencialmente um tubo através do qual o ar filtrado flui após ser recebido pelo coletor do veículo. No interior desse tubo existe um afunilamento onde cria-se vácuo. Nesse estreitamento há um pequeno furo denominado giclê regulado por um sistema de agulha e bóia.
O vácuo produzido no venturi puxa o combustível da cuba, que acha-se sob compressão atmosférica. Quanto mais rápido o ar passa pela garganta do carburador, menor a pressão no venturi. Isso leva ao aumento da disparidade de pressão entre o venturi e a cuba de nível constante, e deste modo mais combustível passa pelo giclê e se mistura ao ar recebido.
Mais sob o giclê, existe uma válvula borboleta que abre por intermédio de um cabo ligado ao pedal acelerador. Esta borboleta pode abrir completamente, permitindo um fluxo de ar mais rápido por meio do carburador, ocasionando maior vácuo no venturi, o qual envia mais combustível ao motor, gerando mais potência. Em marcha lenta, a borboleta está completamente fechada, mas há um giclê de marcha lenta autossuficiente desta válvula que manda uma certa mescla ar-combustível ao motor. Sem o giclê de marcha lenta, o motor morreria se o motorista não mantivesse o acelerador apertado.
E aquela alavanca que você olha nos veículos antigos? Aquela coisa é o afogador. O afogador serve para enriquecer a mistura ar-combustível no momento da partida. Quando você puxa a alavanca, a válvula do afogador fecha e limita o fluxo de ar na entrada do carburador. Isto enriquece a mistura a fim de simplificar a partida.
Com o motor aquecido, apenas empurre o afogador novamente e deixar seu motor se alimentar daquela mescla estequiométrica mágica.

Veja os muitos modelos de carburadores no mercado

Carburador eletrônico

carburador-eletronico, Este emprega um sensor para realizar o seu funcionamento. Ele foi um dos últimos modelos de motores carburados criados. Por causa do sensor, ele preserva uma melhor proporção de ar e combustível, o que melhora o aproveitamento e a economia do veículo.

Carburadores comuns

Quanto ao carburador comum, pode-se separá-lo também em dois tipos: simples e duplo. O simples, como o próprio nome indica, é que ele conta com um único duto por onde cruza o ar. Isto é, ele possui um único venturi. Já o carburador duplo possui 2 venturis.

Funcionamento do carburador duplo

carburador-duplo, A ideia é aumentar a potência do automóvel empregando um venturi extra, o que possibilita um vácuo maior. O carburador duplo também possui duas borboletas. Em geral, ele abre em dois estágios: o primeiro em pequenas velocidades, e o segundo quando se demanda mais do motor. Há casos em que eles são simultâneos, ou seja, não interessa a velocidade, ambos acionam em conjunto.

Entretanto, afinal: é possível dizer qual é o adequado?

Sim, os carburadores duplos possibilitam uma maior explosão por parte do motor, consequentemente, uma maior potência. Claramente, muitas vezes, isso indica um consumo maior de combustível a fim de dar conta desta demanda.

Conheça os problemas presentes em um carburador

Um dos defeitos mais habituais é o motor engasgar em marcha lenta e em alta velocidade. Parece várias vezes até que o combustível está adulterado, no entanto não é isso. De fato, seu carburador é capaz de estar vazando. Entretanto o que fazer à vista disso? Você vai precisar analisar o parafuso de mistura de marcha lenta e da mistura principal.
Ainda por cima, cheque a vedação do carburador. Muitas vezes, em razão da ação climática, ele é capaz de ficar com rachaduras, mostrando ressecamento e danos. Nesse caso, procure seu mecânico e perceba se é possível realizar um reparo ou se já acha-se na hora de trocar o seu carburador.
Outro problema é quando o motor não dá partida. Ele é capaz de apresentar problemas quando em marcha lenta ou ficar sem potência quando se encontra em alta velocidade. No momento em que isso ocorre, o carburador está fora de regulagem. Entretanto como proceder em uma situação dessas?
Basta ajustar o parafuso de mistura do carburador. Em muitas circunstâncias, você não irá conseguir ajustar o parafuso adequadamente. Caso isto aconteça, é capaz de ser que alguma das peças do parafuso esteja danificada. Por conseguinte, será necessário fazer a substituição de todas essas peças.
Se o motor não ficar em marcha demorada e a rotação se achar muito alta, verifique o afogador do carburador e as placas de aceleração. De modo geral, vai ser necessária a substituição de alguma dessas peças. E, no momento em que o carro não arranca ou não mantém a alimentação de combustível em altas velocidades, você precisará ajustar o cabo ou linha de controle de aceleração.

Conheça como fazer a manutenção de um carburador

Uma boa limpeza auxilia a manter a manutenção de todas as peças. No entanto como foi relatado, somente faça isto caso você tenha certeza que irá conseguir regular tudo novamente. De nada adianta você deixar o carburador do seu automóvel limpinho caso não saiba como ajustar a borboleta para ele não ficar acelerado, ou o parafuso para que o funcionamento fique impecável.
Contudo aí vem a pergunta crucial: Como fazer a manutenção adequada do seu carburador? Nós vamos te ajudar.

Efetuando uma manutenção apropriada

É importante que você confira todas as peças, para observar se existe alguma avaria, fissuras ou rachaduras. Caso o estrago seja pouco, é possível consertar as peças, mas normalmente não compensa. Normalmente, o preço com o objetivo de fazer o conserto é maior do que a peça nova. Então, compare e veja se vale a pena. O melhor é substituir a peça e botar uma nova.
Porém, caso você resolva fazer a manutenção é preciso acompanhar certas orientações. A preservação periódica do carburador deve ser feita a cada 30.000 km e constitui-se em uma inspeção com desmontagem e higiene de todos os componentes, além da regulagem ao término do reparo. Além de tudo, as trocas de óleo e filtro fazem parte da manutenção do carburador.
Você pode fazer uso de algumas ferramentas, como chave de boca e chaves de fenda, por exemplo. Tudo dependerá do perfil de carburador que seu carro possui. Ainda é primordial dar uma olhada na chapa de especificação da peça, onde é demonstrado o número do carburador, o modelo do carro que equipa e as especificações das peças para substituição.

Importância da higienização dos equipamentos

Antes de montar o carburador, as peças precisam estar todas limpas e inspecionadas quanto a trincas, empenos e folgas, além de tudo os gangulantes têm que estar consoante as especificações da empresa.
É fundamental recordar que, ainda que seu carburador não mostre falhas, a higienização se faz bastante precisa. De preferência, faça a inspeção a cada semestre. Esta verificação preventiva evitará o ressecamento do diafragma e das juntas e a oxidação interna.
O alto índice de álcool na composição da gasolina, que chega a 27% tanto na comum quanto na aditivada, causa nos carburadores convencionais os danos que não ocorrem em carburadores preparados para funcionar com etanol. Tem-se um tipo de gel transparente, que se forma em seu corpo e ocasiona mau funcionamento e dificuldades de ajustagem.

Escolha sempre um carburador novo!

Assim como as peças, há consertos que são mais dispendiosos que um carburador novo. Isto é, entre permanecer com um carburador que pode dar falhas futuramente, ou instalar um novo, vale bem mais a pena botar o novo. Isso é indicado sempre que os problemas apresentados são na estrutura principal. De modo geral, um duto entorta e o conserto é bem mais complexo de ser desenvolvido e mais caro.

Custo médio dos carburadores

Como dito acima, é necessário escolher bem quais equipamentos utilizar e com o carburador é a mesma coisa. Sabendo da importância de se colocar um carburador novo e de qualidade no seu automóvel, é bem importante ainda conferir o valor de cada um a fim de que o custo-benefício seja aceitável. Em um automóvel, o barato torna-se caro com facilidade.
Ainda assim, pela internet, você consegue ter uma boa ideia sobre valores. Em certos sites especializados você encontra carburadores de R$ 140 a R$ 5 mil. Tudo varia conforme o modelo e o rendimento que você quer. Diversos motoristas querem inclusive aumentar a potência do automóvel. Nestes casos, as peças são muito mais caras.
Lembre de solicitar dicas para o seu mecânico e avaliar junto com ele o que vale a pena ou não. Na média, os preços alternam de R$ 300, 00 a R$ 1. 200, 00.

Saiba com relação a Injeção Eletrônica

injecao-eletronica, A injeção eletrônica é um sistema de alimentação de combustível e gerenciamento eletrônico de um motor de um veículo automotor – motor a combustão. Sua utilização em ampla escala deve-se à essencialidade das indústrias de automóveis diminuírem o nível de emissão de gases poluentes.
Esse sistema possibilita um controle mais eficaz da mescla admitida pelo motor, mantendo-a mais próxima da mescla estequiométrica (mescla ar/combustível). Isto se reflete em maior economia de combustível, dado que o motor trabalha constantemente com a mescla adequada, e, também, melhora o rendimento do motor.
O dispositivo faz a leitura de vários sensores espalhados em locais estratégicos do motor. Ele analisa as informações e baseado em outras descrições gravadas em sua memória envia comandos para muitos atuadores espalhados em pontos estratégicos do motor. Este procedimento é executado inúmeras vezes por minuto baseado nos movimentos da cambota.

Elementos do sistema de Injeção Eletrônica

O sistema de injeção eletrônica possui muitos segmentos. Entre eles se destaca a Central. Nessa ficam armazenadas as descrições do automóvel e seu funcionamento. A Central inclusive realiza os cálculos programados para administrar o motor, tanto na alimentação quanto na ignição.
Entretanto há inclusive outros elementos importantíssimos que se dividem em 2 grupos. Confira a seguir:

Sensores – Conheça os diversos tipos

São partes que captam descrições para a central, mudando movimentos, pressões, e outros, em sinais elétricos a fim de que a Central seja capaz de examinar e decidir qual estratégia seguir.

 

    • Sensor de posição da borboleta de aceleração – Este sensor informa para a central a posição instantânea da borboleta. Ele é montado junto ao eixo da mesma, e possibilita à central detectar a potência que o condutor está exigindo do motor, entre outros métodos de funcionamento.
    • Sensor temperatura líquido de esfriamento – Informa para a central a temperatura do líquido de arrefecimento, o que é bastante fundamental, pois detecta a temperatura do motor. Enviando um sinal a unidade de comando. que por sua vez muda o tempo de injeção, avanço de ignição, entrada de ar no coletor e até uma dose extra de combustível pelo injetor de partida à frio.
    • Sensor temperatura ar – Este diz à central, a temperatura do ar que entra no motor. Junto com o sensor de compressão, a central consegue calcular a massa de ar assentida pelo motor e, assim, determinar a quantidade de combustível adequada para uma combustão completa.
    • Sensor pressão do coletor – Encarregado por dizer a diferença de pressão do ar dentro do coletor de admissão, entre a borboleta e o motor, e o ar atmosférico.
    • Sensor rotação – Diz para a Central a rotação do motor e na maioria dos dispositivos a posição dos êmbolos, para a central efetuar o sincronismo da injeção e ignição. Na grande parte dos projetos, ele é instalado acima de uma roda magnética dentada acoplada no virabrequim, porém pode ser achado em outros eixos ainda.
    • Sensor detonação – Permite à central, constatar batidas de pino no interior do motor. Este sensor é imprescindível para a vida do motor, visto que os motores modernos operam em condições críticas.

 

Atuadores

Os atuadores são elementos encarregados pelo controle do motor, recebendo os sinais elétricos da central eles monitoram as reações do motor.

 

    • Injetores – Encarregados pela injeção de combustível no motor, a central modera a porção de combustível através do tempo que preserva o injetor aberto (tempo de injeção). Esses podem ser classificados por seu dispositivo de funcionamento: monoponto (com meramente um injetor para todos os cilindros) e multiponto (com um injetor por cilindro). De maneira que esses injetam combustível de maneira indireta, antes das válvulas de admissão, existe também a injeção direta, que os injetores de combustível injetam no interior da câmara de combustão.
    • Bobinas – Componente que fornece a faísca (centelha) para o motor. Os dispositivos antigos (ignição convencional ) empregam uma bobina e um distribuidor a fim de repartir a faísca a todos os cilindros, já os sistemas contemporâneos (ignição estática) usam uma bobina ligada diretamente a 2 cilindros ou até uma bobina por cilindro. A central é incumbida pelo avanço e sincronismo das faíscas.
    • Motor corretor marcha lenta ou motor de passo – Usado para permitir uma entrada de ar suficiente para que o motor mantenha a marcha lenta, indiferente às demandas do ar-condicionado, alternador e outros que consigam afetar sua estabilidade. Normalmente, o atuador é inserido em um desvio (by pass) da borboleta, podendo administrar o fluxo de ar à medida que ela se encontra em descanso.
    • Bomba de combustível – Encarregado por fornecer o combustível sob pressão aos injetores. Na maioria dos dispositivos é colocada no interior do reservatório (tanque) do automóvel, ela bombeia o combustível de maneira constante e pressurizada, passando pelo filtro de combustível até atingir os injetores.
    • Válvula purga canister – Permite a movimentação dos gases criados no reservatório de combustível para o motor. Normalmente é ativada com motor em alta exigência.

 

Injeção Eletrônica – Sugestões de conservação

Este dispositivo foi criado com a funcionalidade de diminuir a transmissão de gases poluentes. No entanto, para que isso suceda, é indispensável que seu funcionamento esteja em dia. Para esse fim, alguns cuidados se fazem indispensáveis. Saiba quais são:

    • O gasto em excesso de combustível ou falta de potência do motor é capaz de indicar insuficiência no sistema.
    • No painel da maioria dos automóveis existe uma lâmpada de advertência ( em geral um pequeno motor em amarelo) que ao piscar ou permanecer acesa com o motor em funcionamento, indica alguma irregularidade.
    • A preservação preventiva do sistema de injeção irá poder corrigir a formação de carvão na câmara de combustão, prevenindo prejuízos ao motor.
    • Quando houver complicação em fazer o motor funcionar pela manhã ou ele falhar/engasgar, é possível que o sistema careça de limpeza e/ou de manutenção. Isto ainda é válido para carros que contém carburador.
    • Não pise no acelerador de automóveis com injeção para ligar o motor, pois depois da partida ele inicia seu funcionamento um tanto mais acelerado e logo volta à aceleração normal.
    • Prudência ao fazer “chupeta” em veículo com injeção eletrônica, já que uma sobrecarga ou uma inversão de polaridade dos cabos da bateria é capaz de danificar os componentes eletrônicos.
    • Não limpe o motor com jatos de alta compressão, visto que isso pode ocasionar problemas no funcionamento do veículo e avariar os equipamentos eletrônicos.
    • Faça conservação preventiva do sistema a cada 30.000 km.
    • Os combustíveis aditivados auxiliam a preservar o agrupamento da injeção limpo.
    • Nunca deixe reduzir completamente o nível do combustível. Como a bomba elétrica de gasolina fica no interior do tanque, é o próprio combustível que a arrefece. Se ela aquece muito, sua vida útil encurta. Além disso, com o tanque vazio todas as imundícies sobem para a injeção e podem entupir os bicos.

 

Carburador ou injeção eletrônica – Saiba a diferença

Já faz demasiado tempo que a injeção eletrônica apareceu a fim de substituir o carburador convencional. Por ser mais eficaz e gerar um impacto ecossistêmico muito menor, ela já é empregada em quase todos os automóveis que trafegam pelo nosso território.
Independentemente do seu uso não ser obrigatório em motocicletas, várias empresas vêm preferindo pela injeção eletrônica em seus novos automóveis. Ainda assim, é comum encontrar quem não entenda as diferenças entre esses dois dispositivos de alimentação do motor.

Funcionamento do carburador – Conheça a respeito

Os carburadores foram os primeiros equipamentos de alimentação de combustível da história automotiva. Eles foram utilizados no desenvolvimento de veículos no decorrer dos anos noventa.
Com o intuito de que ocorra a queima de combustível e um motor funcione, é vital que ele se mescle com o ar na dosagem certa. Nos motores com carburador, essa mescla é efetuada de forma mecânica.
O carburador é constituído, essencialmente, de um tubo por onde flui o ar que é recebido pelo coletor. Nele, existe um enfunilamento em que desenvolve-se vácuo e o combustível é injetado de maneira progressiva. Ao acionar o acelerador, o dispositivo manda a mistura de ar e combustível ao motor.

Saiba as qualidades do carburador

O funcionamento do carburador é muito mais rudimentar do que da injeção eletrônica. Por essa razão, sua manutenção também geralmente é mais barata. Por também ser mais compacto, hoje em dia ele geralmente é empregado em dispositivos como cortadores de grama, motosserras, etc.
Por atuar de forma mecânica, o carburador não possui a capacidade de se adaptar às diferentes situações de utilização. Isso faz com que ele consuma uma quantia maior de combustível e emita mais poluentes em comparação ao sistema atual.
Por essa razão, ele ainda não proporciona que o motor desenvolva o máximo da sua potência. Uma vez que a relação entre ar e combustível raramente vai ser a ideal.

Entenda de que modo opera a injeção eletrônica

O dispositivo de injeção eletrônica alimenta o motor de maneira otimizada. Para isto, ele é constituído de diversos sensores que coletam informações sobre o funcionamento do veículo. Essas informações chegam até uma central de informações, um chip eletrônico que opera como o cérebro do sistema.
Este item analisa os dados recebidos e transmite comandos de alimentação para os atuadores – bomba de combustível, bicos injetores, etc.

Entenda as conveniências da injeção eletrônica

Fazendo atuar em situações adequadas, a injeção eletrônica permite um uso mais eficaz do combustível, o que ocasiona em um menor gasto. A emissão de poluentes também é muito atenuada com este sistema. Diferentemente dos motores com carburadores, os motores por injeção eletrônica não têm complicações no momento da partida em dias frios.
Além de tudo, existem mais razões para que o sistema de injeção eletrônica seja tão empregado atualmente. Descubra abaixo:

    • Melhora o rendimento do motor
    • Tem durabilidade mais extensa
    • Propicia economia de combustível
    • Diminuição na emissão de poluentes

 

 

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Amortecedor – Entenda as aplicações desse fundamental equipamento!

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Você tinha noção que o amortecedor tem uma utilidade fundamental para o funcionamento adequado do seu veículo? Sem ele, os impactos gerados pelo pavimento irregular, buracos, quebra-molas, e outros seriam capazes de fazer com que o seu veículo sofresse significativos danos e o custo com conservação seria demasiadamente alto.
Felizmente, o amortecedor ajuda ( e muito !) num passeio brando, com diminuição de abalos sofridos pelo seu carro e comodidade na hora de dirigir. No entanto você sabia que, no interior dele, existem várias peças e que eles podem executar muitas tarefas?
Não? Portanto preste bastante atenção no texto em seguida e acabe com suas dúvidas!

Amortecedor – Conheça o que é!

Por definição, somos capazes de definir o amortecedor como uma peça do automóvel a qual é destinada ao controle das vibrações da mola e inclusive visa manter a roda em contato constante com o asfalto.

Atribuições do amortecedor

O amortecedor possui três funções primordiais distintas:

  • Manter o contato dos pneus com o solo.
  • Moderar os movimentos de abertura e fechamento das molas.
  • Proporcionar conforto, firmeza e proteção ao carro.

Proveitos de se empregar um amortecedor

As funções primordiais dos amortecedores contribuem muito para aprimorar a dirigibilidade do veículo, possibilizando:

  • Controle do deslocamento da suspensão.
  • Diminuição da distância de frenagem.
  • Redução do desgaste dos pneus.
  • Diminuição do dano dos componentes da suspensão.
  • Conservação dos pneus em permanente contato com o pavimento.
  • Controle da locomoção das molas.
  • Sustentação do alinhamento das rodas.
  • Domínio da locomoção do veículo: rolagem, balanço, mergulho e subida na aceleração.
  • Diminuição da canseira do motorista.

Analisando o funcionamento do automóvel, podemos afirmar veementemente que os
amortecedores são componentes essenciais para os veículos.

Movimentos de funcionamento dos amortecedores

Movimentos de extensão : na ocasião em que o amortecedor é esticado, o óleo da câmara de tração é pressionado para baixo mediante os furos existentes no pistão depois da abertura das válvulas de controle de tração e passa para a câmara de compressão.
Concomitantemente, a haste sendo removida para fora do tubo, cria um lugar que tem que ser preenchido pelo óleo presente na câmara reservatória. Este óleo é admitido mediante a válvula de admissão para dentro do tubo de compressão.
A medida de intensidade é determinada pelo controle da válvula de tração:

  1. Os movimentos lentos são contidos pela passagem de óleo por entalhes gerados na base da válvula, no pistão.
  2. A intensidade aos movimentos mais rápidos ou de velocidades médias é regulada pela pressão e grau de deflexão das molas da válvula de tração.
  3. O monitoramento para os movimentos largos é obtido pela limitação da passagem de óleo no pistão.

Movimentos de compressão : no momento em que o amortecedor é apertado o óleo da câmara de pressão deve ser pressionado para a câmara de tração por outra sequência de partes após abrir a válvula do pistão.

Veja os principais componentes dos amortecedores

  • Tubo reservatório;
  • Tubo de pressão;
  • Fixações e suportes: olhal, suporte de mola, suporte para alicerçar diretamente à bandeja da suspensão, suporte para firmar tubulações de freio, etc;
  • Haste;
  • Pistão;
  • Válvula do pistão;
  • Válvula da base.

Coxim dos amortecedores- Compreenda o que é e sua finalidade

coxin-de-amortecedor,
Antes de tudo, é preciso entender que o amortecedor apenas não basta. Há outras partes tão essenciais quanto, que auxiliam o amortecedor a operar da maneira mais eficaz possível. Entre elas podemos salientar o “coxim”. Entretanto, você saberia dizer o que é um “coxim”?

Coxim – Compreenda sua definição

Primeiramente, é importante compreender o que é a peça metálica revestida de borracha que serve para amparar o amortecedor no monobloco. Quer dizer, essa peça obtem todo o impacto do grupo de suspensão, além de fazer o movimento rotacional ocasionado pelo giro do volante.
É nela que o amortecedor se sustenta e se estabelece no carro. Assim sendo, o coxim do amortecedor é encarregado pela absorção residual dos impactos da suspensão. Sem contar que inclusive sofre uma força rotacional gerada pela movimentação do volante e da transposição do peso do veículo nas curvas, brecagens e aceleração.

Por vez, economizar não é o ideal!

Diversos condutores, para não gastarem muito dinheiro na conservação, optam por peças de marcas desconhecidas, uma vez que custam menos. Só que esta peça tem que ser composta de excelente material, principalmente por ter rolamento. Se for de péssima qualidade vai ter durabilidade muito curta.
O condutor geralmente seleciona um amortecedor de ótima qualidade, entretanto habitualmente compra um coxim de segunda categoria. O problema é que, como o coxim sofre forças de pressão e rolamento, esta peça é bem requerida pelo automóvel.
Consequentemente, uma peça de má qualidade demonstra uma vida útil bem curta e afeta o rendimento dos amortecedores, mesmo que estes possuam alta qualidade.
É uma enorme dissipadora de energia, e no momento em que desgastada, vai aumentar demasiadamente os barulhos no carro, principalmente no interior da cabine. Ela é incumbida, entre outras peças, pelo alinhamento da direção e da estabilidade.
Se o coxim estiver danificado, a direção será bastante prejudicada, elevando o desgaste dos pneus e de combustível, inclusive. Com isto, seu amortecedor não funcionará corretamente.

Força e resistência – Aspectos do coxim

A peça deve apresentar certa consistência na sua contextura, já que necessita suprir as características descritas acima. Suspeite de peças com aparência de fragilidade. Isso vai fazer a diferença no momento de ter um controle adequado na manutenção do seu veículo.

Danos ocasionados por um coxim de péssima qualidade

O coxim do amortecedor é um enorme dissipador de energia e é incumbido também pela firmeza e alinhamento da direção.
Um coxim gasto pode:

  • Afetar a firmeza do veículo
  • Reduzir o aconchego e ocasionar barulhos na cabine
  • Modificar a cambiagem e estender o desgaste dos pneus
  • Aumentar o gasto de combustível devido ao esforço demasiado do motor ocasionado pelo item antecedente.

Então, a dica primordial é: ” Adquira em todo o caso um coxim de alta qualidade e veja-o como uma peça essencial do sistema de amortecimento do seu carro. Invista em proteção, estabilidade e qualidade. “

Amortecedores recondicionados – Entenda sobre

amortecedores-recondicionados,
Antes de entrar na questão dos amortecedores recondicionados, é preciso entender primeiro quais as funções primordiais de um amortecedor:
Muito mais do que oferecer comodidade ao condutor, o amortecedor tem que manter o contato dos pneus com o solo. O amortecedor também deve distribuir as cargas dinâmicas em qualquer situação de rodagem, seja em retas, curvas, pavimentos irregulares, entre outros.

Em que ocasião se deve substituir os amortecedores?

Um kit de amortecedores pode durar 80 mil quilômetros ou é capaz de exibir falhas já com trinta mil quilômetros. Os fabricantes aconselham a troca entre quarenta mil e cinquenta mil quilômetros. Essa é só uma alusão, dado que a longevidade varia segundo inúmeros fatores, entre eles: peso veicular e tipo de pavimento.
Ocasionalmente o amortecedor perde a eficiência e você nem nota, por isso uma revisão a cada 10 mil km é sugerida. Amortecedores “vencidos” consomem os pneus precocemente, deterioram as demais peças da suspensão, como coxins do motor e buchas de bandeja. O pior de tudo é a estabilidade, que vai embora. E junto dela, ainda vai embora a proteção dos ocupantes.

Cuidados a serem tomados

É necessário ter conhecimento da magnitude dos amortecedores na estabilidade do veículo. Não esquecendo a responsabilidade que o motorista adquire no momento em que ele coloca uma peça de procedência duvidosa no seu veículo.
Estamos falando de veículos que pesam pelo menos uma tonelada e se deslocam a 120 km/h. Com este peso e esta velocidade, um possível travamento do amortecedor vai poder levá-lo a uma circunstância desagradável.
Preste atenção, não estamos dizendo de retrovisores, faróis, travas elétricas! Esse assunto se trata de uma peça que opera mais de 1 milhão de vezes a cada 1.000 quilômetros rodados. Nesse caso, não existe a probabilidade de um recondicionamento mediano. Ou ele é demasiadamente bem produzido ou não insira a peça.
Caso não saiba analisar o que está comprando, peça a ajuda para alguém ou faça a escolha por peças originais.

Por fim, vale a pena ou não adquirir amortecedores recondicionados?

Não estamos falando que você não deve comprar um amortecedor recondicionado. Caso você possua aquele veículo importado, cujo jogo de amortecedores vale mais que o próprio veículo, você não terá alternativa.
Além de tudo, eu seria injusto com vários especialistas sérios e sensatos que produzem excelentes recondicionamentos. Se for utilizado um material próprio e o profissional possui noção da peça, então vale muito a pena comprá-lo.
O inconveniente é que são poucas as firmas gabaritadas para executar este reparo numa peça de tamanha relevância.
É necessário compreender que uma peça recondicionada, que trabalhará 1 milhão de vezes em só mil quilômetros, não pode ser avaliada como boa ou ruim abaixando e soltando o carro logo depois da instalação. Por essa razão, cuidado com o que lhe é ofertado.
Não seja induzido por casos isolados. O caso de você ter se dado bem com determinado amortecedor não significa que fornecerá certo ou errado, sempre. Neste ponto, quem manda são os fatos estatísticos, e lamentavelmente o mercado jamais olha com bons olhos para este tipo de peça recondicionada, principalmente pois a validade geralmente é inferior com relação às peças originais.

Dicas acerca dos amortecedores recondicionados

Caso seja preciso o recondicionamento da haste, ele necessita ser feito em retíficas. Nada de tornos. O objetivo é deixa-lá na dimensão certa, com bastante precisão e excelente acabamento superficial. Abrangendo uma camada de cromo com o intuito de endurecer a superfície, melhorando a durabilidade.
O óleo que é utilizado necessita ser obrigatoriamente óleo hidráulico, porque não pode sofrer grande alteração de viscosidade na ocasião em que esquentado. Isso vai implicar em alteração do comportamento do amortecedor, e da suspensão. Em nenhuma hipótese pode ser empregado óleo de motor.
Anéis e vedadores usados no recondicionamento precisam ser produzidos com materiais apropriados, que irão oferecer resistência à ação química do óleo.
Certos reparadores simplesmente modificam o óleo e pintam a carcaça de fora. Será este um serviço de qualidade? Nunca. Caso conheça algum mecânico que faça este serviço, procure outro mais qualificado!
Em geral, os mecânicos sabem muito bem quais são as peças de qualidade, até porque eles não irão ser ressarcidos pela mão de obra extra ou por qualquer outro estrago ocasionado e outra peça da suspensão caso tenham que substituí-las pela garantia.
Esses mesmos cuidados se aplicam a outras peças de grande responsabilidade. Elas são passíveis de recondicionamento tais como caixas de direção, pinças de freio, pivôs, terminais, em suma, todas as peças que de alguma maneira possam pôr você e seus ocupantes do veículo em perigo.

Kit de amortecedores – Entenda a respeito

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Um sistema de suspensão de um carro serve para inúmeras finalidades. A grande parte ligada ao proporcionamento de aderência entre pneus e estradas, assegurando a segurança e comodidade dos ocupantes do veículo.
O conjunto de suspensão e amortecimento de um carro é utilizado para suavizar os passeios de um veículo. Com este conjunto, ainda que seja em terrenos acidentados, ele vai reduzir os efeitos de impactos e solavancos sobre o automóvel. É também usado para aperfeiçoar a condução e frenagem do veículo.

Atenção com o kit de amortecedores

Um kit de amortecedor só irá ter itens dos amortecedores (molas, pistões, coxins). Um kit de suspensão inclui também braços oscilantes, articulações, rolamentos, entre outras peças.
Quando for substituir o kit de amortecedor, averigue todo o sistema de suspensão uma vez que, no geral, mais partes além do amortecedor vão necessitar de substituição.

Kit de amortecedores – Quais são os itens?

O kit de amortecedor do carro, no momento em que tem necessidade de manutenção, integra a substituição de muitos itens concomitantemente. Desta forma, são vendidos kits de suspensão e amortecimento, para proporcionar ao dono do veículo uma alternativa completa à conservação veicular.
Em alguns casos, vale a pena comprar as peças separadamente, para adquirir cada peça de uma marca. A marca depende do Kit e do seu automóvel, pois uma marca opera num carro e não em outro. Exemplo: a marca faz uma mola de ótima qualidade, entretanto o amortecedor quebra com facilidade.
Eis os itens essenciais de um kit de amortecedor:

  • Coifa defensora – Normalmente feita de borracha ou outro material maleável, posta sobre a haste metálica da suspensão a fim de defender contra poeira, vazamentos, e impactos de detritos.
  • Batente do amortecedor – Atua na forma de auxílio para a absorção de impactos. É onde a mola do amortecedor se ajusta, quer dizer, onde ela finaliza seu curso. Diminui a batida da mola, dando a ela maior durabilidade.
  • Coxim do amortecedor – É, basicamente, um componente de encaixe do amortecedor à carroceria do automóvel. Somente que ele é feito, no geral, de um material macio, auxiliando a sugar a energia de choque que não foi dissipada pelos outros componentes do sistema de suspensão, prevenindo agravos à lataria do carro.
  • Amortecedor – Formado pela mola e uma haste, normalmente preenchida por fluido hidráulico em alta pressão. São os dois principais componentes de um conjunto de suspensão e de um kit de amortecedor.

Como saber qual peça substituir?

Ao efetuar a troca dos amortecedores, você deve trocá-los em pares, ou melhor, ambos amortecedores dianteiros, e ambos amortecedores traseiros. Durante a troca, o mecânico encarregado necessitará de verificar todo o sistema de suspensão.
O conjunto de suspensão constitui-se de braços oscilantes, homocinéticas, juntas, hastes de metal, e eixo da suspensão. A mão de obra para a troca do kit de amortecedor deve ser aproveitada para efetuar a substituição de toda parte avariada do sistema de suspensão.

Suspensão para motos – Conheça a respeito

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Alterações em motos são capazes de ser realizadas a fim de adequá-las às preferências próprias de cada um. Na grande parte das vezes, tais alternâncias objetivam pontos estéticos, principalmente no caso das motos médias ou grandes. São as denominadas “customizações”.
Já nas motos menores, nem sempre alternâncias possuem como finalidade este conceito bacana, mas sim a procura pela adequação ao uso prático. Isso ocorre, de modo geral, nas motos empregadas no trabalho, onde é comum ver guidões mais estreitos que os originais.
Em resumo, mudanças não são um delito desde que não alterem demasiadamente a dirigibilidade de cada moto. Porém, como às vezes os padrões de cada um são isto mesmo, o adequado mesmo é não modificar o que veio de indústria e foi exaustivamente estudado por profissionais do ramo. Enfim, mexa à vontade na parte estética, entretanto não modifique em excesso a posição de pilotagem.

Alteração da suspensão da motocicleta

O que poucos fazem é utilizar um mecanismo demasiadamente útil existente em quase todas as motos: regular a suspensão de acordo com o uso, peso do condutor ou condição de carga.
É muito raro hoje em dia encontrar uma moto ou scooter que não oferte pelo menos a probabilidade de trocar a carga da mola dos amortecedores de trás, operação simples e que em certos casos requer o uso de uma chave própria sempre existente no jogo de ferramentas.
Essa probabilidade é sem dúvida uma grande vantagem das motos com relação aos carros, uma vez que a oportunidade de interferência no comportamento da suspensão de automóveis só é possível em modelos onerosos, tanto nos luxuosos como nos esportivos.

Qual a razão de habitual as suspensões

Do lado do desempenho, modificar a regulagem da mola numa moto pequena indica adequá-la a situações de carga diferenciadas sem que seu comportamento dinâmico sofra exageradamente. Motocicletas são particularmente sensíveis à carga, seja sob a forma de pacotes ou passageiro.
Essencialmente, é desse jeito: uma pequena 125 ou 150 cc pesa algo por volta dos 110 kg em ordem de marcha. Sua suspensão traseira sai de fábrica com um ajuste que prevê o uso por um cidadão padrão, o denominado “homem médio” que, de acordo com análises entre usuários, é um cara entre 70-75 kg de peso.
E para evitar que a dirigibilidade seja arrasada por uma suspensão arriada até as motos mais simples oferecem a possibilidade de substituir a pressão da mola nos amortecedores algo que, como revela nossa experiência, é um método pouco utilizado pela grande parcela dos motociclistas.

Suspensão – Fornece conforto e segurança

Suspensão – seja de moto, carro, ônibus ou caminhão – não visa somente oferecer conforto. É, primeiramente, primordial item de proteção. Junto dos pneus apropriados é responsável pela estabilidade e equilíbrio de nossas motos em momentos drasticamente desiguais.
A suspensão dianteira é parte importante da segurança, dado que encarrega-se de diminuir a potência que levaria a roda ao travamento. Nas curvas, as suspensões absorvem a modificação de carga ocorrida pela força centrífuga que nos leva para fora da trajetória. Com a falta de suspensões, acreditem, a luta estaria praticamente perdida.
Neste penoso contexto, absorver as irregularidades é somente mais uma atividade: engolir a buraqueira nos oferece conforto nos pés, mãos e quadris, mas também representa assimilar grande parte de fenômenos físicos que, sem amortecimento, ocasionariam trepidações e/ou agitações capazes de nos derrubar.

Você conhece os diversos tipos de amortecedores existentes?

Amortecedores hidráulicos

É um amortecedor provido com óleo e ar e que possui 2 tubos diferenciados (reservatório e pressão) e por este motivo é denominado “bitudo”. Tem construção simplificada de alta tecnologia oferecendo ao automóvel a estabilidade adequada e um nível elevado de comodidade. É feito para todos os modelos de automóveis, dos menores aos mais pesados.

Amortecedores pressurizados

São amortecedores similares aos hidráulicos, mas com algumas divergências relevantes:

  • O ar é alterado internamente pelo gás nitrogênio (gás inativo) a baixa pressão, aplicado no período da fabricação do amortecedor ;
  • O selo de vedação ou retentor é específico para este padrão de amortecedor. Conta com um lábio com finalidade de prevenir a admissão de pó ou impureza e 2 lábios que evitam o vazamento do óleo. A base do selo é maleável, funcionando como uma válvula de regressão do gás, conservando a compressão de gás só no tubo reservatório.

Os amortecedores pressurizados ocasionam rodagem aconchegante e elevado coeficiente de controle e estabilidade.

Vantagens do amortecedor pressurizado

  1. A presença do gás nitrogênio corta a formação de bolhas de ar no óleo – as bolhas são formadas na ocasião em que os amortecedores alcançam altas temperaturas ou quando há movimentação excessiva da suspensão. Este processo de formação de bolhas de ar no óleo do amortecedor é denominado aeração ou cavitação. Durante sua incidência há uma leve diminuição momentânea de carga do amortecedor.
  2. A pressão do gás nitrogênio no tubo reservatório aperta o óleo para o tubo de pressão, preservando-o sempre cheio, sem a presença de bolsas de ar. Isto ajuda na preparação do amortecedor anterior à sua instalação.
  3. O gás nitrogênio produz uma ação mais acelerada no trabalho do amortecedor. Durante a locomoção de abertura e fechamento do amortecedor a compressão do gás nitrogênio pressionará frequentemente o óleo a suprir os espaços livres derivados do deslocamento do pistão, suscitando uma reação praticamente imediata aos amortecedores. Como consequência, o rendimento do amortecedor é mais frequente e aprimora ainda mais o contato do pneu com o solo, trazendo melhor condução e proteção.
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Instruções sobre a suspensão de carro

Instruções sobre a suspensão de carro

Você em certo momento já ouviu falar em suspensão de carro, tenho convicção disto! Apesar disso, na ocasião em que falamos sobre suspensão, você pressupõe que é somente uma mola associada à roda do automóvel. Certo? Errado! Veja o motivo!
Vamos falar aqui relativamente mais no que diz respeito aos 3 tipos de suspensões , na direção de ajudar você a fazer a mais apropriada seleção para seu querido automóvel.
A suspensão requer a sua atenção, dado que é um dos sistemas mais primordiais para o exato funcionamento de um veículo. É justamente ela quem assegura a estabilidade do veículo e absorve os impactos do veículo com o chão, possibilitando um maior aconchego ao condutor e os passageiros.
É bem relevante que o condutor preste atenção no comportamento da suspensão de seu automóvel e a preserve com as suas devidas revisões.
Em território brasileiro, os 3 principais e mais frequentes modelos de suspensão são o fixo, a ar e rosca. Entretanto, muitas pessoas não compreendem devidamente como funcionam esses três modelos de suspensão, as fundamentais características e diferenças.

Suspensão a ar

suspensao-ar, A suspensão a ar está cada vez mais habitual e no imaginário daqueles que querem rebaixar o seu automóvel, mas quem julga que ela é uma descoberta nova, está inteiramente enganado!
Ela existe a contar dos anos 40, período em que se procurava uma saída a fim de aperfeiçoar a estabilidade dos veículos de corrida nos Estados Unidos da América.
A preliminar suspensão a ar segura a ponto de revelar uma utilidade prática foi criada pela Firestone especificamente para o último exemplar Stout Scarab Experimental, exibido em 1946, que ainda foi o primeiro carro com carroceria de fibra de vidro no mundo.
O princípio era idêntico aos dos sistemas contemporâneos: 4 bolsas de ar sobrepunham as molas tradicionais, e possuíam sua pressão controlada por 4 pequeninos compressores ligados a cada uma das bolsas.
Essencialmente, a suspensão a ar é a aplicação de bolsas de material elastômero, comumente borracha sintética trefilada ou poliuretano, inseridas em agrupamento ou trocando a suspensão mecânica natural de um automóvel. São apresentadas em diversos formatos, tamanhos e quantidades de carga.
Estas bolsas de ar podem ser infladas mudando o agrupamento original a fim de equilibrar uma carga a mais nivelando o automóvel.
No lugar das molas são postas essas bolsas de ar que irão fazer a ajustagem de altura do veículo. Ao prender o ar, o veículo levanta e na ocasião em que o sistema é ligado novamente, o ar é lançado da parte interior das bolsas para fora, fazendo dessa maneira com que o automóvel se rebaixe totalmente.
Apesar disso, existe a imprescindibilidade de um dispositivo que regule a estatura de rodagem. Esse equipamento se chama válvula niveladora, o qual preferencialmente tem a necessidade de ser eletrônica, já que o condutor dificilmente é capaz de realizar esta regulagem.

PROS

  • Ajuste de altura e manuseio em tempo real. Lombadas tornam-se obsoletas!
  • Conservação de componentes baixos e caros e prevenção de danos ao chassi.
  • Molas de ar progressivas, muito similares às suas molas helicoidais.
  • Níveis ajustáveis das molas.
  • Altamente adaptável.
  • Não existe outro modo de adquirir uma altura rebaixada e permanecer funcional.
  • Adaptação breve a aumento e alteração de peso.
  • Diminua a altura do veículo sem sacrificar a qualidade da direção.
  • Chamar atenção em todo lugar que estacionar!

CONTRAS

  • É mais caro do que suspensões de molas helicoidais.
  • O processo de instalação é mais complicado.
  • O procedimento de instalação é mais caro.
  • Mais componentes são necessários.
  • Em certos casos são necessárias mudanças permanentes de chassi.
  • Já citamos que é muito caro?

Curiosidades a respeito das suspensões a ar

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  1. Posso acionar a suspensão com o carro movimentando-se?
    Afirmativo, você pode estar ligando a suspensão a ar com o veículo em movimento, sem complicações.
  2. Qual a vantagem de utilizar suspensão a ar?
    Se decidir por utilizar um sistema de suspensão a ar no seu veículo possuirá várias vantagens como: precisar se incomodar mais com lombadas, quebra molas e outras variações, visto que vai poder subir e descer o sistema de suspensão sempre que for preciso.
  3. Como é recarregado o ar que a suspensão usa?
    O jeito mais tranquilo e eficaz de se carregar o ar utilizado no sistema de suspensão é empregando um compressor, que, geralmente, já vem no kit de suspensão a ar.
  4. Posso usar compressor de pneus na minha suspensão a ar?
    Inúmeras pessoas tentam utilizar compressor de pneu na suspensão, e isso, além de produzir graves perigos à segurança do veículo, também compromete a funcionalidade da sua suspensão. Os compressores para pneus não têm a mesma pressão que os compressores apropriados para suspensão a ar.
  5. Quais carros são capazes de receber suspensão a ar?
    A suspensão a ar é capaz de ser empregada em praticamente todos os tipos de carros.
  6. As bolsas correm perigo de estourarem?
    Se o kit de suspensão a ar que você estiver empregando for de excelente qualidade, não. Entretanto geralmente é sugerido levar o veículo para uma inspeção de rotina, assim você se certifica de que está tudo ok com seu veículo. No geral, um kit de suspensão a ar é capaz de durar demasiado tempo caso sejam efetuadas as devidas manutenções.

Suspensão a Rosca

Seu funcionamento acontece através de um mecanismo composto de um tubo roscado e flange, que juntos são interligados aos amortecedores ou diretamente no eixo de trás do automóvel, possibilitando que seja efetuada a regulagem de altura só com o rosqueamento a mão do sistema.
A suspensão a rosca oferece maior mobilidade, e pode ser esplêndida para quem pretende encarar diversos modelos de regiões, dado que ela é capaz de ser regulada manualmente.
Para quem deseja tunar o veículo é benefício pôr esse kit, além de ser mais barato que a suspensão a ar, esse kit certifica total segurança e estabilidade ao automóvel.

PRÓS

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  • Mais segura que a suspensão a ar.
  • Manutenção baixíssima.
  • Estabilidade ( visto que você não possui o risco de furar uma bolsa em uma curva)
  • Economia
  • Facilidade de alteração na altura: Em cinco minutos você abaixa ou sobe as 4 rodas
  • Longevidade: Ferro tem maior durabilidade do que borracha

Desvantagens

  • Aconselhamos obter novos amortecedores em todo o caso do vendedor da suspensão, ou descobrir em qual lugar ele compra e comprar do mesmo tipo, a fim de não alterar a compressão dos amortecedores.
  • Toda vez que mexer na estatura você vai sofrer uma perda no alinhamento.

Suspensão Fixa

Este padrão de suspensão é formado por um agrupamento com 4 amortecedores e quatro molas preparadas. Com esse padrão, o carro pode ser rebaixado a uma altura exata ideal para o modelo, possibilitando maior conforto e equilíbrio.
É muito usada por quem possui um veículo de alto desempenho, com motores capacitados para atingir enormes velocidades, já que costumam necessitar de mais estabilidade e, por essa razão, o adequado modelo é a suspensão fixa, a qual é capaz de ser fixada na altura adequada para o padrão e o tipo de chão que seu automóvel enfrentará.

Como é constituído a modificação afinal?

modificacao-suspensao-fixa, Existem duas formas de efetivar projetos de suspensão fixa:
Cortando, Esquentando ou Prendendo as Molas com Presilhas: Além de ilícito ( pois não permitem a regulamentação junto ao DETRAN), esta prática é demasiadamente arriscada, dado que mudam a forma das molas originais e acrescem o risco de acidentes por rompimento;
Usando Molas Esportivas : Feitas especificamente para o padrão do automóvel por produtores de molas e amortecedores, equipa o agrupamento de suspensão obedecendo as leis de trânsito, isto é, além de efetivo também evita sanções e apreensão do carro, porque podem ser tranquilamente regularizados.

Suspensão reforçada

É um agrupamento de molas, amortecedores e barras estabilizadoras. Nos veículos off-road é comum achar molas semi-elípticas ou helicoidais e Duplo A – um modelo de suspensão -, que são mais robustas e reforçadas para suportar intensos impactos,fortes pancadas.

Diferença Entre Suspensão Preparada E Molas Aparadas

Ao comentar que temos um carro com suspensão preparada, estamos falando que o automóvel é, em outras palavras, rebaixado.
Para as pessoas que gostam de carros baixos, o método mais seguro e mais correto para modificar seu automóvel é preferindo por suspensões, quer dizer, o automóvel vai trabalhar com sua altura alterada, no entanto o aconchego e a segurança permanecem!
Inúmeras pessoas optam por rebaixar seu carro cortando as molas da suspensão. Este decididamente não é o modo adequado, porque quando você corta as molas, o automóvel trabalha com a altura do amortecedor reduzida fazendo desse jeito com que aquele amortecedor não receba choque e sim a mola, o transformando naquele famoso automóvel “Pula-Pula”.
No momento em que você conduz com a suspensão preparada, o conjunto mola e amortecedor já vem no tamanho apropriado com o intuito de se obter o amortecimento, fazendo com que a suspensão opere com mais conforto, absorvendo, de uma forma ainda mais confortável, os choques adquiridos pelo sistema de suspensão.
Por esse fundamento, no momento em que decidir por rebaixar seu veículo, analise em inicialmente fazer um trabalho que assegure sua segurança e seu aconchego e que não venha trazer consequentes complicações para seu veículo.

A suspensão é similar para todos os veículos?

suspensao-veiculos-igual, Cada padrão de automóvel possui um tipo de suspensão e, ao todo, podemos constatar três tipos: independente, semi-independente e completamente dependente.

  • No padrão independente, cada roda recebe os impactos das irregularidades do chão sem transferir para outra do mesmo eixo;
  • No semi-independente, parte dos abalos é repassado para a outra roda;
  • No modelo dependente, os movimentos de uma roda são percebidos nas outras rodas do eixo.

Dependendo do tipo do carro, existe a probabilidade de existir dois modelos de suspensão: uma posterior e a outra dianteira.

Entenda o sistema de suspensão

Molas e amortecedores

Juntos, mola e amortecedores integram a essencial função de amortecimento no que diz respeito à variação do chão. Graças a sua mobilidade, a mola é o item mais eficaz a fim de filtrar as incorreções do solo. Já o amortecedor atua em conjunto com a mola para aliviar as falhas da pista.
Por trabalharem em conjunto, de modo geral ambos devem ser verificados no momento em que o automóvel alcança os 20.000 Km rodados e trocados aos quarenta mil quilômetros rodados, ou segundo a sugestão de cada fabricante.
Em certos casos, o veículo pode chegar a rodar até 50 mil quilômetros sem a necessidade da substituição e com funcionamento em ótimo estado. Porém, com a má qualidade de grande parte das ruas brasileiras, praticamente sempre esburacadas, e estradas de terra ou de trechos péssimos, é relevante que o motorista preste atenção.
É possível constatar defeito nos amortecedores caso o veículo mostre oscilação na carroceria em linha reta e com barulhos vindos da suspensão. Já nos amortecedores, os defeitos conseguem acontecer antes mesmo que eles iniciem a acometer o equilíbrio do veículo ou fazer ruído.
Por este motivo, no momento que for fazer um alinhamento ou balanceamento, solicite ao mecânico para ele dar uma aferida se não há vazamento ou se as hastes estão sem sujeira.

Braço oscilante

braco-ocilante, O braço oscilante também é um dos itens da suspensão de carro e tem como objetivo servir de suporte para a coluna de suspensão, que é articulável.
Caso o motorista sinta certa diferença ao tomar a direção, acompanhada de algum barulho na suspensão, é capaz de ser que as buchas do braço oscilante estejam gastas ou danificadas, sendo preciso substituí-las.

Pivô de suspensão

O pivô de suspensão opera para o exato funcionamento do braço oscilante. Isso pois, sua missão é a de ajudar a coluna de suspensão em seu movimento, proporcionando o ângulo de oscilação do braço. Se estiverem gastos, provocarão barulhos que são capazes de servir de alerta ao condutor.

Barra estabilizadora

Esse componente é encarregado na estabilidade do automóvel em altas velocidades, em retas e curvas. Além de tudo, a barra estabilizadora promove a ligação entre as colunas de suspensão e é fixada à lataria por buchas de ligação, e às colunas por intermédio de bieletas.
Estas são peças que previnem que o carro se firme nas rodas ao realizar uma curva, auxiliando a regular o equilíbrio da lataria e, por consequência, impedindo fatalidades. Assim como os outros segmentos, a falta de estabilidade e barulhos são capazes de anunciar um vestígio de mau desempenho da barra estabilizadora.

Kits de suspensão – valor e conteúdo

Kit de suspensão comum

kit-suspensao-comum, O kit, que costuma ser constituído por coxim (com e sem rolamento), batente e coifa, é capaz de variar o valor de acordo com fabricante e distribuidora.
Em geral, o kit sai em uma média de R$ 600 reais, entretanto pode chegar a custar R$1000 dependendo da distribuidora.

Kit de suspensão a rosca

O kit de suspensão a rosca integra os itens: dois ou quatro AMORTECEDORES PREPARADOS (REMANUFATURADO), QUATRO MOLAS ESPECIAIS, QUATRO CONJUNTO DE REGULAGEM (ROSCADA/USINAGEM CNC), 1 PAR TELESCOPIO – (ENCURTADOS COM CUBOS E ROLAMENTO).
O preço do kit pode variar em torno de R$600 e R$1000, alternando de fábrica para fábrica e ainda de modelo de veículo.

Kit de suspensão a ar

A suspensão ar abrange particularmente os seguintes utensílios: compressor, cilindro, relógios, bolsas.
Hoje em dia o valor de um kit de suspensão a ar inclusive é bem caro, entretanto muito gratificante. Um kit completo custa de R$2500 a R$3500 Reais. Já um kit mais comum menos o compressor custa de R$1500 a R$2500. A particularidade é que sem o compressor o cilindro não infla sozinho, e dessa maneira o usuário tem que enchê-lo com ar.

Quais são os contras da suspensão modificada?

Caso você pense em mudar a suspensão do seu carro, fique alerta às incumbências que você necessita possuir antes e ao longo da direção do automóvel.

Alteração nas molas

Antes de executar qualquer modificação nas molas é importante compreender que os fabricantes usam softwares para o seu dimensionamento, pois o cálculo envolve um abundante número de princípios tal como quantia de vínculos, diâmetro, comprimento, carga, grau de declive dos elos, tensão máxima de cisalhamento do material, e outros.
Além destas condições, os engenheiros fazem avaliação da geometria da suspensão para detectar as exigências a que esta mola vai estar subordinada e, finalmente, são indicados os tratamentos térmicos que poderão ser aplicados ao longo do processo de construção.
Em função disso, peritos em suspensões não sugerem qualquer retrabalho (como é denominada a alteração) nas molas para reduzir seu tamanho, seja o aparo de alguns elos, grampos ou mesmo aquecimento. Esse último cria um aliviamento de tensões no material e diminui a distância entre os elos, minimizando o comprimento inteiro da mola.
Num primeiro instante, esses retrabalhos são capazes de suprir às esperanças dos consumidores, contudo, no médio prazo, falhas despontam: amortecedores estourados, trincas na longarina, trincas no túnel e batentes dos amortecedores avariados irão ser os primeiros prejuízos.
Caso tenha vontade de modificar as molas, mais específicos são os kits de molas esportivas, específicas para cada modelo de veículo. Além de dimensionadas pelo fabricante, elas asseguram a redução da altura com certo conforto e, especialmente, oferecem uma aliviada aos demais itens da suspensão de carro.

Deve-se evitar altas velocidades

alta-velocidade, Todos sabemos que os automóveis originais de fábrica são condicionados em diversos testes de durabilidade e rendimento. Aparelhos particularmente desenvolvidos para este fim identificam possíveis erros de projeto e instituem os limites de fadiga de materiais e, apesar disso, e com toda essa estrutura, os problemas aparecem.
A circunstância fica mais delicada na ocasião em que o esquema original é alterado, por este motivo é importante evitar altas velocidades. O estouro de um amortecedor ou rompimento de uma mola pode por você em uma situação complicada se você está acima de 100 km/h.
Há uma consciência muito grande entre quem gosta de realizar variações. A grande parte entende que possui veículos especiais e que este fato requer atenção redobrada com relação aos cuidados com conservação preventiva. Assim, acabam sendo mais cuidadosos do que diversas pessoas que conservam seus veículos originais.
Eles entendem que, a qualquer sinal de instabilidade ou barulho, deve-se estacionar o automóvel e elaborar uma análise detalhada das partes envolvidas na personalização.

Se for alterar, tem que legalizar!

Não é só mostrar vontade, cuidar do carro e conhecer a lei. Alterar o carro abrange uma série de questões burocráticas. Veja logo abaixo como funciona o procedimento:

  1. Confira se a modificação a qual deseja implementar no veículo é permitida (resoluções 291 e 292 de 29/08/2008 do Contran)
  2. Exija ao delegado do Detran permissão prévia para alteração das propriedades originais do automóvel
  3. De posse desta autorização prévia somada a nota fiscal dos serviços efetuados no carro, busque um posto de revisão permitido pelo Inmetro com o intuito de fazer a avaliação da atual suspensão
  4. Se seu carro for aprovado, você receberá o Certificado de Segurança Veicular (CSV) expedido pelo Inmetro
  5. Para terminar, é preciso levar o CVS ao Detran para registrar as modificações e modificar o registro do automóvel, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV), abrangendo no campo de observações do cadastro a altura da atual suspensão, mensurada do solo ao farol do veículo.

Saiba que, mesmo portando a documentação legitimada, a maioria das empresas de seguro não cobre os danos de veículos rebaixados. Mais um pretexto para “pegar leve”.
Presume fazer outras variações no veículo? Vale a pena dar uma olhada nas resoluções de número 291 e 292 de 29/08/2008 as quais abordam estritamente das mudanças.

O QUE ASSEGURA A LEI acerca da suspensão de carro?

lei-suspensao-carro, Alterada no ano de 2014, a resolução 479/2014 altera o artigo 6º da resolução 292/2008, que coibia o uso de suspensões com regulagem de altura, muito devido aos caminhoneiros os quais rebaixavam as suspensões da frente do caminhão a fim de adquirirem o estilo de nome “verdureiros”.
Com a atual resolução, o que ficou registrado foi que para os automóveis que possuírem alteração na suspensão, deve existir observação no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e no Certificado de Licenciamento de Veículo (CRLV) comunicando a atual estatura do automóvel, medida do chão ao ponto do farol baixo (original) do veículo.
Inclusive consistem as exceções de que:

  • Os automóveis necessitam de ter peso bruto total de até três toneladas e meia;
  • A altura mínima de rodagem (medida do solo até o ponto mais baixo do chassi) tem que ser de dez centímetros;
  • O conjunto de rodas e pneus não pode encostar em nenhuma fração da lataria durante o esterçamento.

Mesmo com a modificação do artigo 6º da lei, o artigo 8º da mesma lei não foi modificado e defende:

  • Uso de rodas ou pneus que extrapolem os limites externos dos para-lamas do automóvel;
  • Acréscimo ou diminuição do diâmetro externo do grupo pneu/roda;
  • Mudança das características originais das molas do veículo, inclusão, exceção ou modificação de dispositivos da suspensão.

MOLAS ESPORTIVAS: Uma alternativa

Como abordado anteriormente nesse texto, ainda que seja uma conduta comum, rebaixar o automóvel requer uma sucessão de cuidados para realizar a modificação respeitando a legislação e preservar a segurança.
Tendo em vista as vantagens e contras de cada uma das probabilidades de utilização, as molas esportivas são as mais indicadas, pois possuem o menor custo entre as alternativas que são capazes de ser legalizadas e possuem fabricação com as propriedades distintas para o modelo do veículo, o que assegura segurança à você e seu veículo.

Suspensões de carro a ar Castor

A Castor é uma especialista no que se refere a suspensões. A empresa fornece diversos tipos de kits de acordo com a essencialidade de instalação do seu automóvel.
Entre seus produtos de suspensão a ar, podemos encontrar:

  • Amortecedores, Bloco/Válvulas Solenóides
  • Bolsas de Ar
  • Compressores
  • Controladores
  • Filtro de Ar
  • Grife e Acessórios
  • Mangueira/Conexões
  • Manômetros
  • Extremidade de Eixo
  • Proteção Elétrica
  • Reservatorio de Ar
  • Estrutura de Cilindro
  • Alvará e Atualizações

Você é capaz de adentrar em contato com a Castor no endereço, mediante telefone e whatsapp e/ou pelo site da loja.

Recondicionamento de amortecedor compensa ou não?

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Lavagem de carros apropriada? Saiba como

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Nenhum motorista ama andar com o carro cheio de sujeira. Além de passar a sensação de automóvel descuidado, o pó e outras sujeiras são capazes de manchar as vestimentas e até ocasionar um abatimento no momento do passeio dos fins de semana. Por isso, nunca foi tão essencial achar-se bem esclarecido acerca das formas e produtos referentes à lavagem de carro.
Muitas pessoas têm o hábito de dar uma passadinha no lava-rápido a fim de higienizar o carro, outras geralmente pegam a mangueira e realizarem elas mesmas a tarefa. Contudo entenda que muitos se equivocam na lavagem do carro e fazem a limpeza de maneira errônea, o que acaba manchando a pintura e estragando a cera que resguarda a pintura. Outros gastam litros d’água durante a lavagem do carro ignorando novas tecnologias, como a lavagem a seco, também conhecida como lavagem ecológica.
A fim de que você não erre de novo, listamos a seguir algumas informações fundamentais sobre a lavagem de carro que farão com que você modifique seu jeito de lidar com o trabalho de higienização do seu automóvel.

Produtos que nunca devem ser utilizados durante a lavagem de carros

Não use detergente para lavar seu carro

lavagem_carros, O detergente de cozinha é fantástico para lavar garfos e pratos e eliminar a gordura de uma panela, entretanto bastante nocivos à pintura do automóvel. Eles gradualmente avariam a cera defensora do veículo, o que aumenta o risco de arranhões e prejuízos irreparáveis à pintura. É melhor decidir por um shampoo próprio para carro, particularmente produzido para a lavagem de carro.

Lavagem automática

A pressa cotidiana deixa a limpeza em posto de combustível e empresas do ramo a escolha favorita. Mas, boa parte utiliza escova de lavagem de carro automática, o que vai arranhar a pintura. Decidir por um lava-jato com máquina “sem toque” (que joga o shampoo e a água em alta pressão) é melhor caso queira preservar o acabamento do veículo, ou então você é capaz de comprar os produtos certos e fazer o trabalho você mesmo em sua moradia.

Secagem

secagem_carro, Depois da lavagem do carro, é preciso secar o automóvel o mais depressa que puder. Se deixar para enxugar ao relento, as gotas d’água conseguem manchar a carroceria, o que, várias vezes, são difíceis de tirar.
Há no mercado tecidos de microfibra principalmente desenvolvidos para a secagem de automóveis. E o mais fundamental: jamais use uma camiseta ou meias antigas, que podem causar danos não reversíveis à pintura. Uma secagem descuidada pode perder uma excelente lavagem do carro.

Bucha não é útil para lavar carro

Utilizar uma bucha comum oferece o risco de arranhar não só a carroceria, como também o para-brisa e outros vidros. Escolha uma luva de lavagem de carro projetada para veículos, feitas de lã natural ou microfibra, que absorve melhor as partículas. Buchas feitas de espuma mantêm a impureza na superfície e riscam o verniz da pintura.

Limpeza de vidros

limpeza_vidro, A maioria dos produtos para higiene de janela doméstica contém amônia, uma substância que irá danificar o para-brisas e demais vidros do carro. Tal produto também não é bom para superfícies como couros, plásticos ou vinil. Devido a isso, utilize produtos próprios para automóveis ao longo da lavagem do carro.

Balde

Utilize sempre dois baldes d’água durante a lavagem do carro: um para enxaguar e outro para água com sabonete. Do contrário, depois de alguns minutos você vai estar efetuando a lavagem do carro com água imunda.

Não lave seu carro debaixo de sol forte

Nunca se deve fazer a lavagem do carro debaixo do sol ardente, pois os raios apenas irão acelerar o processo de marcas d’água na lataria. Prefira o início matinal ou o final da tarde ou então lave-o longe do sol.
Antes de iniciar a lavagem do carro, espere a lataria arrefecer – isto evita que a água e o sabão sequem e deixem marcas. O cuidado vale para todo o trabalho: ao longo da lavagem do carro, mantenha o automóvel sempre umedecido.

Não utilize toalhas

Você, eventualmente, observa pessoas enxugando o carro com uma toalha de banho feita com tecido sintético. Talvez essa seja uma das formas mais seguras de arranhar a pintura! Um pano de microfibra, algodão ou silicone é a mais apropriada coisa para a secagem.

Como lavar as rodas

lavar_rodas, As rodas estão cobertas de graxa e com vestígios metálicos dos freios. Evite o equívoco de lavar as peças com a mesma luva que você utiliza para a lataria. Com o objetivo de fazer a melhor lavagem de carro, utilize sempre duas luvas: uma para as rodas e outra para a lataria.

Principie pelas rodas

Dê prioridade às rodas ao começar a lavagem do carro, caso contrário, a graxa e a sujeira das rodas são capazes de salpicar o restante da carroceria. Espere que elas arrefeçam antes da lavagem, para que não exista empenamentos ao contato com a água fria.

De que modo lavar o carro a seco?

A Lavagem a seco ainda é conhecida como Lavagem Ecológica, mesmo que seja um dos temas mais falados, existem diversas dúvidas a respeito desse procedimento. Vale a pena fazer a lavagem a seco? Qual viria a ser meu custo benefício? Como lavar carro a seco? Posso riscar o veículo com o procedimento de lavagem a seco? A lavagem a seco colabora com o ecossistema?
Existem pessoas dizendo que realizam a lavagem do carro integral com apenas um copo de 200 ml de água. E isso é capaz de ser muito perigoso, porque com pouca solução de produto de lavagem a seco, a chance de ocasionar arranhados na pintura do carro é muito alta. O ideal a ser usado em uma lavagem a seco é pelo menos quinhentos mililitros ou até dois litros de produto.
O aconselhado é uma solução de 1L para uma ótima lavagem a seco. Porém isso inclusive tem que ser avaliado de acordo com as condições da sujeira. De todo modo, o método de lavagem a seco é uma excepcional ideia e não uma ação milagrosa. Usa-se pouca água, contudo também não é uma lavagem totalmente a seco.

Qual a diferença entre a lavagem de carro a seco e tradicional?

Lavar o carro da forma convencional, utilizando água, pode gastar, praticamente 300L de água para carros pequeninos e 600 litros para carros enormes. Porém, haveria efetivamente uma fórmula para uma lavagem de carro melhor e mais eficiente do que as tradicionais sem usar um pingo d’água?
Com o objetivo de fazer uma limpeza a seco satisfatoriamente, é utilizado, no máximo, 1,2 litro de água. Esta quantidade é muito expressiva para a higiene de um veículo que consumia litros e litros de água por minuto ao longo do processo convencional de lavagem. Com essa quantidade de água, é possível deixar o veículo devidamente limpo, brilhando e defendido.

Confira os utensílios necessários para lavar o carro a seco:

– Produto lubrificante próprio à lavagem a seco (selecione o mais disponível);
– Panos de microfibra limpos e secos (três unidades para a higiene de um automóvel de porte médio), só para higienização da pintura;
– Pincel para detalhamento (para rodas e frisos);
– Outros produtos de limpeza próprios para demais áreas (rodas, vidros, entre outros).

Como escolher o produto certo para lavar seu carro à seco?

Você pode preferir por produtos com formulação simples ou que possuam cera ou selante sintético na fórmula. Comumente os produtos para lavagem a seco já mostram o efeito 2 em 1, fazendo com que a aplicação higienize e encere o veículo concomitantemente. Com isto, a pintura do automóvel fica protegida, além da solução dar manutenção de brilho e proteção para a cera aplicada anteriormente no veículo.

Veja como lavar a seco em oito estágios

1. Conserve o automóvel na sombra e com as peças resfriadas;
2. Faça a diluição, caso o produto esteja concentrado.
3. Polvilhe o produto de lavagem a seco diretamente na região cobiçada, ideal em regiões de 50x50cm. Use produto suficiente com o intuito de deixar a tintura bem umedecida. O mais adequado é borrifar o produto até que ele escoe na pintura;
4. Elimine a imundície com um pano de microfibra sem fazer força, em um mesmo sentido. Dê apenas uma passada por local e jamais fique esfregando o tecido na superfície no sentido de vai-e-vem;
5. Use um segundo pano microfibra limpo e seco para dar o acabamento;
6. No momento de continuar a lavagem a seco, utilize outra parte do tecido que ainda ache-se limpa;
7. Se for preciso, repita o processo no mesmo lugar.
8. Caso o pano fique imundo, lave esfregando bem e, então, continue o processo.
Se o seu carro estiver muito sujo, utilize um jato de água para retirar a quantidade excessiva de sujeira antes de começar a lavagem a seco.

Produtos que nunca podem faltar na hora de lavar o carro da forma convencional

Nem sempre é possível mandar lavar o carro em um lugar especializado e, inclusive, há quem goste de fazer sozinho esse trabalho, em função disto, é importante ter determinados produtos no lar. Quem é apaixonado por seu possante, sabe o valor de um presentinho de vez em quando, e até os menos emotivos valorizam a lavagem do carro.

Ao lavar o carro jamais deixe de usar cera

cera_carro, A cera oferece brilho e protege a pintura do veículo, forma uma camada protetora que impossibilita que a água permaneça na superfície, além de evitar arranhados e a presença de ferrugem na pintura. Muitas são de fácil aplicação e para saber o período de passar outra vez, basta observar o brilho do automóvel ou a água da chuva, por exemplo. Caso escorra pela carroceria, ainda existe uma película de cera. Preste atenção aos inúmeros tipos de ceras acessíveis no mercado, possivelmente exista em componentes diferentes, dependendo das necessidades de cada carro.

Limpa vidros de carros

A transparência dos vidros é primordial até para a segurança ao dirigir. Diversos produtos prometem higienizar o vidro do carro de maneira veloz e eficaz e é fundamental observar se eles correspondem a algumas funções básicas. Ao lavar o carro, este tipo de produto, além de limpar a impureza mais superficial, deve desengordurar os vidros (sobretudo na parte interna). Assim como as ceras, o mais adequado é que eles produzam uma película protetora que garanta a durabilidade da limpeza. E, claro, nunca deve deixar arranhados logo após a aplicação.

Vai lavar o carro e esquecer de hidratar o banco de couro?

banco_couro, Quem possui carro com bancos de couro se atenta em preservar os assentos com a aparência original e, por causa disso, tem que utilizar hidratante de couro. Alguns produtos prometem hidratar, preservar e, ainda, atuam como detergente. As três atribuições são fundamentais para tomar conta do material e, ao comprar, confira no rótulo se ele atende a essas necessidades.

Espuma multiuso

Esse tipo de produto serve para higienizar inúmeras superfícies, apesar disso uma das principais funções é “lavar” o pano dos assentos e das paredes internas do carro. Nos rótulos, existem orientações dos fabricantes como: deixar o produto agir por vários segundos, friccionar levemente com esponja ou pano macio e umedecido e, por último, retirar com outro tecido antes que enxugue. Assegure uma lavagem de carro completa, apesar disso, cuidado para não rasgar o estofamento ao retirar as marcas mais complicadas.